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Madeireiros querem apoio de Capi para tirá-los do abandono provocado pelo atual governo

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“O setor nunca passou por tanta dificuldade como agora. Estamos sem perspectiva. O Imap (Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Amapá) não funciona. Tem projeto de manejo protocolado com três a quatro anos e não tem técnicos para analisar. O setor madeiro está morto”, o desabafo é do empresário Elciomar Ferreira, que juntamente com outros madeireiros, se reuniu na noite deste domingo, em Pedra Branca, com o senador Capi e a deputada Janete.

 

Eles fizeram resumo ao senador da atual situação do setor madeireiro na região, que, segundo eles, gera de forma direta cerca de 500 empregos, mas que pode entrar em colapso caso o Governo do Estado não tome medidas no sentido de desburocratizar o Imap para dar encaminhamento aos projetos. Hoje, o instituto teria quatro técnicos para atender a demanda do Estado inteiro.

“Queremos trabalhar dentro da legislação. Nossa atividade gera emprego, renda e desenvolve o município, mas do jeito que está corremos o risco de fechar as portas e demitir funcionários”, comentou o empresário Arildo José.

Os madeireiros também relataram que na região os adversários do senador já começaram a espalhar o boato de que se ele for eleito, por ser ambientalista, não vai deixá-los trabalhar.

“E são eles que vão? Eles que abandonaram o setor?”, retrucou o senador, se referindo aos que estão espalhando os boatos.

O Senador lembrou aos empresários que quando foi governador do Amapá –1995 a 2002 – para aquecer a economia comprou as carteiras escolares no próprio Estado, bem como a esquadrilhas das escolas. “Queremos é gerar emprego e renda para as pessoas deste Estado e vamos fazer isso em todos os setores”, garantiu.

Capi disse que é necessário organizar o setor e tornar o processo transparente para que todos possam acompanhar e que seja determinado prazos para liberação das licenças. “Regras claras e procedimentos transparentes e assim eliminar possíveis propinas. Temos respeito por todos os setores que geram emprego e que atuam dentro da legalidade”, destacou.

Escuta Popular: servidor público quer o fim do parcelamento do salário

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O pré-candidato ao Governo do Amapá, senador Capi, disse que é possível sim, o governo acabar com o parcelamento do salário do servidor público. A declaração ocorreu durante a Escuta Popular: Diálogos para o Desenvolvimento, promovido pela Fundação João Mangabeira, na noite desta terça-feira, 17, no Espaço Mont Blanc, no bairro do Laguinho, em Macapá.

 

A Escuta Popular é a ferramenta usada pelo PSB para construir junto com a sociedade o Plano de Governo. Na ocasião, servidores se manifestaram argumentando que o parcelamento do salário, que ocorre desde março de 2016, prejudica o orçamento familiar e a própria economia do Estado.

“Estamos nos preparando para um grande enfretamento, um grande debate sobre os recursos públicos e a participação da sociedade nesta luta será fundamental, começando pelo voto, elegendo deputados comprometidos em reduzir o orçamento da Assembleia Legislativa pela metade. Vamos construir um Plano de Governo que faça a mudança e a transformação que o Amapá tanto precisa”, destacou Capi.

A pré-candidata ao Senado, Janete, completou reforçando que é importante eleger um time completo para tirar o Estado do atraso que se encontra. “Só quem tem compromisso com o Amapá pode devolver a esperança que o povo tanto precisa”, resumiu Janete.

Deputada Janete apoia projeto da Guarda Municipal de Laranjal do Jari para a juventude do município

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A deputada federal Janete e o senador João Capiberibe, ambos do PSB, estiveram na quadra da Praça da Juventude, onde ocorre o projeto Anjos da Guarda, mantido pela Guarda Municipal de Laranjal do Jari, na manhã desta sexta-feira, 13.

 

Janete garantiu R$ 200 mil para comprar uma van que vai auxiliar no transporte de adolescentes e jovens que integram o Anjos da Guarda. O veículo deve ser adquirido ainda neste ano pela prefeitura.

Esse compromisso com o projeto motivou a visita.

Na ocasião, a parlamentar ouviu explicações do comandante da Guarda, Nelsivam Monteiro, sobre o funcionamento do projeto que atende cerca de 130 meninos e meninas de 9 a 17 anos que vivem em situação de vulnerabilidade social.

“O transporte será de extrema importância para o nosso deslocamento. Mas, para desenvolver melhor o projeto, precisamos de uniforme e material esportivo que vão auxiliar em nossa atividade”, pediu o comandante.

A deputada Janete pediu que a Guarda formalize a solicitação identificando as demandas para que ela inscreva no Orçamento Geral da União uma proposta que permitirá a compra dos uniformes e materiais esportivos. Janete já conseguiu para a Guarda, viatura, colete, entre outros equipamentos. “É um projeto sério e terá todo nosso apoio”, garantiu a deputada socialista.

Deputada Janete reúne com mulheres castanheiras e agricultoras do Maracá

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O principal pedido feito por um grupo de mulheres da região do Maracá – Maracá, Alto do Maracá, Varador e Camaipi -, cuja atividade principal é o extrativismo da castanha e a agricultura, será atendido pela deputada federal Janete, que vai disponibilizar, por meio de emenda parlamentar, o valor de R$ 500 mil para o Orçamento Geral da União de 2019, para que o governo do Estado faça investimentos no setor elétrico, garantindo a comunidade energia 24h.

 

Elas explicaram, durante reunião que ocorreu nesta quinta-feira, 12, na Vila do Maracá, que precisam de energia elétrica para desenvolver suas atividades, seja com castanhas fazendo biscoitos ou com poupas de frutas, para garantir renda extra para suas famílias.

“Sem energia não tem como fazer nada e nossa produção acaba se perdendo. A energia é fundamental para a nossa região. Além disso, é necessário o retorno da Feira da Mulher”, comentou a castanheira Maria Tereza Barbosa.

Janete Capiberibe disse ao grupo que caberá ao Governo do Estado avaliar qual será a melhor forma de utilizar o recurso de R$ 500 mil, seja com a ampliação da rede de energia a partir do Vila Nova, a 67km do Maracá, ou optar pela energia solar.

“Com toda certeza as senhoras terão uma resposta. Seja como for, em 2019, a Vila do Maracá voltará a ter energia 24h, para que homens e mulheres dessa região possam ter acesso ao desenvolvimento”, garantiu a deputada.

Emenda para reforma do Bacabeiras é debatida entre mandato do senador Capi e representantes da cultura do Amapá

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Nesta segunda-feira, 9, foi realizada a primeira reunião do mandato do senador Capiberibe com representantes dos segmentos da cultura do Estado, referente a Emenda de Reforma do Teatro das Bacabeiras, de autoria do parlamentar socialista.

 

A reunião, além de assessores do mandato do senador, produtores culturais e artistas, contou também com a presença do titular da Coordenadoria de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural da Secult, Carlos Dinelson, do gerente institucional de articulação e mobilização do Teatro das Bacabeiras, Edmilson dos Santos – representando a gerente geral Yana Castelo, que se encontra de férias – e da conselheira de pauta, Fátima Furtado, daquela casa de espetáculos. Presentes ainda na reunião, o produtor cultural Paulo Alfaia e a atriz e realizadora de documentários audiovisuais, Bárbara Castro, que está radicada no Rio de Janeiro, mas atuante na cena local e sempre muito presente nos movimentos de renovação cultural que acontecem no Amapá.

O objetivo da reunião foi para tratar do trâmite da Emenda e mostrar como o orçamento total de R$ 459, 333,33, já aprovado e lançado no portal do Siconv, será conduzido e administrado publicamente pela Gestão Compartilhada, tendo o acompanhamento e fiscalização dos representantes dos segmentos da cultura, membros do grupo.

A apresentação do passo a passo – o trâmite da Emenda – se deu através de explicações ilustradas com exibição de vídeos, tendo como exemplos emendas do mandato do senador já executadas e com resultados altamente positivos, como a da Morada das Palmeiras e do conjunto Embrapa, dando a todos uma visão bem clara e esclarecedora do que é a Gestão Compartilhada, da eficácia e da transparência na execução, exatamente como deverá ser também a reforma do Teatro das Bacabeiras.

Pensou-se, ao fim da reunião, em uma visita in loco à casa de espetáculos e com a presença de todos, incluindo a equipe técnica da Seinf, responsável pela elaboração do projeto de execução da reforma, e o senador Capiberibe, autor da emenda parlamentar.

A transposição não seria uma necessidade se houvesse valorização salarial, afirma senador Capi durante reunião no Simpol

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Hoje a luta de mais de 500 policiais civis do Amapá, egressos do concurso público de 1993, é para que a bancada federal do Estado consiga derrubar o veto do presidente Michel Temer (MDB) ao Projeto de Lei de Conversão (PLV) 07/2018, originado da Medida Provisória 817/18, mais precisamente do art. 2 Inciso XI, que os impede de fazer a transposição e com isso melhor significativamente seus vencimentos.

 

Em virtude disso, o senador João Capiberibe e a deputada federal Janete, ambos do PSB, estiveram reunidos na tarde da última sexta-feira, 6, com a categoria para reforçar o apoio aos policiais civis.

João Capiberibe, que foi governador do Amapá de 1995 a 2002, enfatizou que se o governo que o sucedeu tivesse mantido a política de valorização salarial o desejo pela transposição não seria uma necessidade, já que o salário dos servidores públicos do Amapá estaria igual ou bem próximo do que hoje paga o governo federal. Na época, em 1994, o salário de um policial era cerca de R$ 200,00, no ano seguinte, já o Amapá tendo Capiberibe como governador o vencimento passou para R$ 1.200,00.

Só para se ter uma ideia, hoje a base salarial do policial do Estado, que desempenha função semelhante ao policial civil do quadro da União, é em média R$ 5 mil, enquanto que o outro ganha algo em torno de R$ 18 mil e, segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Amapá (Simpol), se tivessem ocorridos os reajustes salariais, aos quais têm direito, o valor pago pelo Estado seria de aproximadamente R$ 15 mil.

“A médio e a longo prazo isso é possível. Basta para isso que a máquina administrativa corte as despesas desnecessárias e faça investimentos para fortalecer a economia do Estado. Mas, o que podemos fazer agora, é garantir o empenho necessário para unir a bancada federal e conseguir a adesão os demais partidos para corrigir essa injustiça. Ganha o Estado, que terá uma redução na folha de pagamento, ganha o policial que terá uma remuneração justa”, declarou o senador.

Por sua vez, Janete Capiberibe destacou que já começou a conversar com os parlamentares de oposição para garantir o apoio dos mesmos. O veto do presidente Michel Temer (MDB) ao Projeto de Lei de Conversão (PLV) 07/2018, originado da Medida Provisória 817/18, ainda será levado a apreciação da Câmara e Senado ainda neste semestre.

“Queremos reforçar que faremos todo o empenho possível para derrubar esse veto, mas é preciso o apoio de toda a bancada federal, principalmente dos deputados que fazem parte da base do governo Temer, para reverter essa situação”, garantiu Janete.

Um dos motivos que levou o presidente Temer a vetar o artigo 2 foi alegando questões orçamentárias para o exercício de 2018, mas segundo o Sindicato dos Policiais Civis essa tese não se sustenta já que a transposição não ocorre de imediato.

Senador Capi visita hospitais de Macapá e Santana e volta a cobrar do GEA o funcionamento de equipamentos

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Na manhã desta quinta-feira, 05, o senador João Capiberibe (PSB) visitou o setor de oftalmologia do Hospital de Clínicas Alberto Lima (HCAL), onde detectou que os equipamentos que foram adquiridos através de emenda de sua autoria no valor de mais de R$ 5 milhões e que iriam garantir a retomada das cirurgias de cataratas ainda não estão sendo realizados porque o governo do Estado não adquiriu os insumos.

 

Durante a visita, o senador Capi conversou com a paciente Arilda Martins, que fez cirurgia de catarata num dos olhos através do programa Visão Para Todos, reativado na gestão do ex-governador Camilo Capiberibe (PSB), e que foi desativado novamente pela atual gestão.

“Desde então, aguardo para fazer a cirurgia do outro olho e até agora continuo sem perspectiva”, relatou a paciente.

Foi a quinta vez que o parlamentar socialista visitou a unidade de saúde e constatou novamente que os equipamentos que foram adquiridos em setembro de 2017 ainda não estão funcionando.

“É de se lamentar, que hoje tem mais de seis mil pessoas esperando cirurgias oftalmológicas e o governo não coloque para funcionar esses equipamentos”, cobrou o senador Capi da diretora interina do setor de oftalmologia, Maria das Neves, que disse que para voltar as cirurgias falta lentes e instrumental que ainda não chegaram.

Hospital de Santana

Ainda pela manhã, o senador Capiberibe visitou o Hospital de Santana, que ao chegar no local, por volta das 10h da manhã, ouviu dos pacientes que não tinham médico de plantão. Detalhe: na escala deveria estar o profissional desde às 7h da manhã.

Além da falta de médicos, os pacientes relataram que há falta de medicamentos. “A nossa alimentação é frango todos os dias”, disse o acompanhante de paciente, Ronaldo Bastos, que denunciou também que o Raio-X está quebrado.

Outro problema identificado pelo senador Capi foi que a lavagem do material do setor de emergência está sendo feito num banheiro improvisado. “O nosso mandato e da deputada Janete estão garantidos recursos para equipar a maternidade e o novo prédio que está com as obras paradas desde o final de 2014”, lamentou Capiberibe, que fechou a visita no Centro Cirúrgico, e depois no setor de Nefrologia, onde os pacientes disseram que não há transporte para eles chegarem até a casa de saúde.

Pré-candidatos a deputado estadual do PSB assumem compromisso de reduzir orçamento da Assembleia pela metade

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Todos os pré-candidatos ao cargo deputado estadual assinaram na noite da última quinta-feira, 5, na sede do PSB, o Termo de Compromisso Público o Orçamento da Assembleia Legislativa pela metade. A decisão do Partido Socialista Brasileiro se dá em virtude pela atual situação que vive o Estado nos últimos anos.

 

O coordenador da Fundação João Mangabeira no Amapá e ex-governador do Amapá, Camilo Capiberibe, destacou que a redução do orçamento da Assembleia pela metade em nada vai prejudicar os trabalhos daquela Casa de Leis. Hoje o orçamento é de R$ 172 milhões, e para 2019, a previsão é de quase R$ 180 milhões.

“Com essa redução, o futuro governador do Amapá vai poder pagar de uma única vez o pagamento do funcionalismo público, devolver os vigilantes as escolas e garantir o retorno dos beneficiários do Renda para Viver Melhor que foram excluídas do programa”, reforçou Camilo.

O pré-candidato ao Governo do Estado, senador João Capiberibe, disse que PSB defende a divisão justa do orçamento público e que quem é a favor da redução certamente está do lado de quem mais precisa.

“A redução do orçamento da Assembleia já foi feita uma vez. Em 1995, quando assumi o Governo do Estado, fizemos uma luta de resistência, economizamos por um lado e reduzimos os gastos da Assembleia. Agora é preciso ter coragem e o segredo é eleger deputados que tenham o compromisso de reduzir esse orçamento e é por isso que estamos aqui, para deixar claro para a sociedade que vamos reduzir sim”, destacou Capiberibe.

O senador disse ainda que o resultado de tanto dinheiro nas mãos de poucos, são as inúmeras denúncias da malversação do recurso público, que levou inclusive dois deputados para a cadeia – Edinho Duarte e Moisés Souza – além de outros que estão sendo acusados pelo Ministério Público Estadual

“Que essa atitude, de reduzir pela metade o orçamento da Assembleia sirva de exemplo para todos os demais partidos”, concluiu o senador.

Centro Profissionalizante do Congós começou a ser construído nesta terça com emenda da deputada Janete

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A Empresa Bosque Empreendimentos iniciou nesta terça-feira, 3, a construção do Centro Comunitário Profissionalizante do Congós, na praça do bairro. A empresa venceu a licitação, cujo processo encerrou dia 29 de maio.

 

O Centro está sendo construído com emenda da deputada federal Janete Capiberibe (PSB) de R$ 500 mil, mais a contrapartida da prefeitura de Macapá de R$ 1.003,00. O valor global da obra é de R$ 464.044,61 e deverá estar terminada em 180 dias.

A equipe da Gestão Compartilhada – formada pelos gabinetes do senador Capiberibe e deputada Janete – acompanha essa emenda desde outubro de 2016, quando o recurso foi empenhado. Desde então, foram realizados mais de 20 encontros com técnicos da prefeitura e moradores para alinhar detalhes da obra.

“A emenda saiu do papel e está virando realidade. Agora cabe a comunidade fiscalizar a obra para que tudo saia dentro do prazo, de acordo com o que está descrito no projeto”, comentou a deputada Janete.

O centro vai possibilitar a capacitação dos moradores oferecendo cursos de artesanato, cabeleireiro, entre outros, além de tirar os jovens da ociosidade e buscar sua inserção no mercado de trabalho.

Produtores rurais denunciam ao senador Capiberibe, pré-candidato ao Governo do Estado, abandono da agricultura familiar

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Até o final de 2014, por meio do Programa Territorial da Agricultura Familiar e Floresta (Protaf), o Estado investiu, somente em Macapá, mais de R$ 3 milhões no setor, em todo o Estado foram quase R$ 12 milhões – e de lá para cá, qual foi o investimento? Perguntou o senador Capi.

 

Nenhum! Responderam os agricultores da região da Pedreira, com quem o senador João Capiberibe esteve reunido no final de semana passado. Segundo eles, a agricultura familiar está em completo abandono.

“Estamos ouvindo as pessoas em todo o Estado, mas não faz diferença se é no Lontra da Pedreira, há 30 minutos de Macapá, ou numa comunidade do distante município de Oiapoque, todos se sentem abandonados pelo poder público”, comentou o senador Capi.

A solução apontada pelo parlamentar vai desde a redução do orçamento da Assembleia Legislativa – hoje R$ 172 milhões – até a implementações de políticas públicas que visem a geração de emprego. Como exemplo, citou a economia do açaí como um dos caminhos para promover o desenvolvimento regional.

“É preciso aproveitar o potencial do nosso açaí, que hoje é um dos principais responsáveis pela economia do Amapá. Mas para isso são necessários investimentos neste setor e principalmente apoio aos ribeirinhos. Isso só será possível tendo o Estado como aliado, e é por esse motivo que estamos conversando com as pessoas para criar um plano de governo que vá ao encontro da realidade de cada lugar”, destacou Capiberibe.

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