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Perseguição: por denunciar onda de violência no Amapá, policial militar é transferido de posto de trabalho

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O policial militar João de Deus utilizou as redes sociais para dizer que foi transferido de posto de trabalho em razão de que vem realizando constantes denúncias devido a onda de violência que vem ocorre no Amapá.

 

“Por falar a verdade aqui no Facebook sobre a violência do nosso Estado fui transferido. Pode uma coisa dessa?”, indagou.

Numa das postagens, João de Deus denunciou a onda de assaltos que vêm ocorrendo em ônibus. “Vamos orar por Macapá, dois ônibus assaltados hoje à noite. Assalto em farmácias, assassinatos; temos que fazer algo”.

A internauta Elda Fernandes saiu em defesa do policial. “Está na hora desse nosso secretário de segurança começar a perseguir bandido que está um descontrole geral nesse Estado e deixar os homens de Deus trabalharem em paz”, desabafou.

Sobre a denúncia que o policial trouxe à público, o governo do Estado ainda não se pronunciou.

Campanha salarial: Sinsepeap apresenta 12 motivos para lutar contra o governo Waldez

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Está marcada para o próximo dia 24 de fevereiro, a partir das 8h30 da manhã, na quadra da escola Azevedo Costa, no bairro do Laguinho, a realização de assembleia geral do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação do Amapá (Sinsepeap), para anunciar a campanha salarial 2018. A categoria enumera 12 motivos para que os profissionais lutem contra o governo de Waldez Góes (PDT).

 

Em material de divulgação, o Sinsepeap apresenta os seguintes motivos: 1) Parcelamento de salários; 2) Quatro anos sem reajuste; 3) Instrução normativa que aumenta carga horária; 4) Desvio da merenda escolar; 5) Demissão de vigilantes das escolas; 6) Mais de 50 escolas assaltadas; 7) Singeduc que não funciona; 8) Teto das escolas desabando; 9) Assédio moral; 10) Desvalorização profissional; 11) Não cumprimento das promoções de “A” para “C”; 12) Povo do Amapá abandonado.

O sindicato diz que os profissionais da educação chegam, em 2018, com perdas de 38,82%. Em 2015, foi de 13,01%. Já em 2016, a perda foi de 11,36%. Em 2017, foi de 7,64% e em 2018 será de 6,81%. “Por esse e outros motivos, convidamos toda categoria a participar da Assembleia Geral”, enfatiza trecho do comunicado.

Depois de 28 anos de domicílio eleitoral, Sarney deixa o Amapá, diz blogueiro

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Segundo o blog do jornalista Marco D’Eça, o ex-presidente José Sarney (MDB) oficializou na tarde desta segunda-feira (19) sua mudança de domicílio eleitoral.

 

O emedebista esteve na 3ª Zona Eleitoral de São Luís para efetivar a transferência do seu título de eleitor, do Amapá para o Maranhão.

Com a mudança, Sarney descarta qualquer possibilidade de ser candidato a senador pelo Amapá.

Ele também votará pela primeira vez na filha Roseana Sarney (MDB) para o Governo do Estado, e no neto, Adriano (Sarney (PV), para a Assembleia, além de apoiar outro filho, o ministro Sarney Filho (PV) para o Senado.

Amapá é o 5º Estado mais violento do Brasil, aponta Anuário da Segurança Pública

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Dados do 11º Anuário de Segurança Pública, realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgados no final do ano passado, revelam que 2016 foi o ano mais violento da história do Brasil: 61,6 mil pessoas foram assassinadas no ano passado. O Amapá é o 5º Estado da Federação com maiores índices de violência.

 

Para se ter uma ideia, o número de assassinatos cometidos no Brasil em 2016 foi equivalente às mortes provocadas pelas bombas atômicas que dizimaram a cidade de Nagasaki, em 1945, no Japão.

Os estados brasileiros que registraram as maiores taxas por esse tipo de crime foram Sergipe (64 mortos para cada 100 mil pessoas), Rio Grande do Norte (56,9 mortos para cada 100 mil pessoas) e Alagoas (55,9 mortos para cada 100 mil pessoas).

Já a Bahia lidera em números absolutos: 7.110 pessoas foram mortas no ano passado. Rio de Janeiro e São Paulo aparecem em seguida com 6,2 e 4,9 mil assassinatos registrados ao longo do ano, respectivamente.

Veja o ranking dos estados mais violentos do Brasil:

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Com Revista Exame

Após CGU constar que quase 80% da verba destinada à merenda era desviada, governo Waldez lança Cartão Escola

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A afirmação de que entre 2015 e 2016 quase 80% do total das verbas federais pagas para o fornecimento da merenda escolar no Amapá foram desviados é da Controladoria Geral da União (CGU). E o resultado disso foi a operação da Polícia Federal, deflagrada em outubro do ano passado, denominada “Senhores da Fome”.

 

E para evitar que isso se repita em 2018, a exemplo do que ocorreu em 2010 quando uma operação – por coincidência era ligada à área da educação e que resultou até mesmo na prisão do governador Waldez Góes (PDT) – o próprio governador lançou nesta segunda-feira, 19, o Cartão Escola. A medida é para reforçar o controle e a transparência na administração dos recursos da educação.

De acordo com o governo, no dia 10 de cada mês, o Cartão Escola terá saldo disponível para compras e serviços necessários ao funcionamento da unidade. O recurso a ser creditado será calculado com base no censo escolar, ou seja, por quantidade de alunos. O valor é exatamente igual ao que seria creditado em conta corrente. Só que, agora, por cartão magnético.

No que se refere a operação Senhores da Fome, empresários, servidores públicos e até mesmo a ex-secretária de Educação, Conceição Medeiros, estão respondendo processo por desvio de recursos públicos da merenda escolar.

Após secretário de segurança pública declarar que a violência está controlada, Macapá registra fim de semana sangrento

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Assaltos a ônibus, roubos e homicídios marcaram o fim de semana sangrento em Macapá. Os casos ocorreram, principalmente, após o secretário de Estado e Segurança Pública, Ericláudio Alencar, declarar na imprensa que a violência estava controlada no Estado

 

Na sexta-feira, 16, num período de cinco minutos foram registrados três assaltos a ônibus, em Macapá. O primeiro aconteceu por volta das 21h, quando dois elementos, um deles com uma arma de fogo, anunciaram assalto quando o coletivo trafegava em frente à escola Antônio João, na Avenida FAB. Após assaltarem os passageiros e o cobrador, desceram ao lado da escola Tiradentes, pegaram a moto deles que estava estacionada (cor vermelha, a placa apenas NET-30…) e fugiram.

O outro assalto ocorreu em frente à escola Rute Bezerra, no São Lázaro, e o outro em frente ao Terminal Rodoviário. Durante o percurso eles assaltaram os passageiros e o cobrador, e desceram no bairro Brasil Novo, na Rua Caneleira. Uma Guarnição da PM do 2º Batalhão foi acionada, porém, eles não foram presos.

Neste domingo, 19, o autônomo Fábio Cavalcante dos Santos (26) foi vítima de várias facadas e traumatismo craniano, que foi praticado por um elemento que, antes do crime, bebia com a vítima, no bairro Cuba de Asfalto. Após o crime, o acusado fugiu.

Outro caso foi registrado ainda no sábado, 17, o desaparecimento do taxista Raimundo Nonato Vieira Costa, e que foi encontrado morto queimado, trancado na mala do próprio táxi próximo à Rodovia Norte/Sul. Duas delegacias deverão atuar no caso, DECIPE e DCCP.

Na madrugada desta segunda-feira, 19, o ex-presidiário Walter Alexander Amoras Fernandes, de 30 anos, foi assassinado com pelo menos três tiros na rua José Augusto Façanha, bairro Novo Buritizal, zona sul de Macapá.

No sábado, 17, o secretário de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) Ericláudio Alencar durante entrevista ao programa Togas&Becas (DiárioFM 90,9), composta pelos advogados Wagner Gomes e Evaldy Mota, ao fazer um parâmetro entre a violência no Rio de Janeiro e no Amapá, o secretário afirmou que, ao contrário do Rio, no Amapá a violência está sob controle e que está sendo realizado um trabalho permanente para que o crime organizado não seja enraizado no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). (Com informações do blog João Bolero Neto).

Júlia Medeiros faz a resistência do Samba da Matriz do Donna Antonia neste domingo

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Aroldo Pedrosa

O carnaval passou, mas o samba não pode parar. Com o Sambódromo pelo terceiro ano consecutivo sem desfile das escolas de samba é mais uma razão de que precisamos de alternativa para manter viva e acesa a chama da tradição do samba que tem o Amapá. A Universidade de Samba Boêmios do Laguinho com 64 anos de fundação é diagnóstico inconteste de que o samba está na corrente sanguínea dos amapaenses. A Maracatu da Favela com mais de 50 anos de origem também. É o coração pulsante da nossa negritude no repique do tambor.

Por isso o Donna Antonia Gastrobar, inaugurado recentemente e de família tradicional do Amapá, quer se unir à força dessa resistência e fazer do seu espaço também um centro de cultura e arte. Para o bem da verdade, Donna Antonia já vem fazendo.

O projeto Samba da Matriz, lançado no período pré-carnavalesco, vai neste domingo para a sua quinta edição e tem dado muito certo.

Por lá passou gente de muito respeito e talento da nossa canção popular: Zé Maria Cruz, Humberto Moreira, Jorge do Cavaco e as cantoras Dulce Rosa, Maria Eli, Deize Pinheiro, Ingrid Sato e Maria Rojanski – alguns dos bons nomes iniciais. E as tardes de domingo nunca mais foram as mesmas de lá pra cá.

É que o projeto Samba da Matriz se realiza no Donna Antonia sempre aos domingos, a partir das 16h30 e não tem mesmo hora pra acabar. De tão bom já passou da meia noite em suas duas últimas edições. O público é quem comanda a casa, e enquanto há gente para o deleite e a delícia do viver o samba vai tocando em frente.

A cantora e intérprete amapaense Júlia Medeiros é a atração principal do Samba da Matriz deste domingo. Apresenta-se acompanhada da banda de samba e pagode dirigida pelo Júnior Santarém (voz e reco-reco), e que tem ainda no elenco Marcelinho (cavaco e vocal), Aldo (violão), Ceará (pandeiro) e Jader Patrese (tan-tan e vocal) – músicos de boa cepa do samba da terra e da pesada. E a doce e adorável Júlia, que canta “Sufoco” (Chico da Silva) e os demais sambas clássicos gravados pela grande Alcione, como ninguém.

Vai ter uma bela tarde cultural do samba quem for ao Donna Antonia neste domingo.

Serviço

Projeto Samba da Matriz

Atração: Júlia Medeiros e Júnior Santarém Banda

Local: Donna Antonia Gastrobar

Endereço: Av. General Gurjão, 85 – Centro – ao lado do Teatro das Bacabeiras

Data: 18/02/2018 – domingo

Início: 16h30

Juiz interdita CESEIN e fixa o prazo de 120 dias para o Governo adotar providências

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O titular do Juizado da Infância e Juventude – Área de Políticas Públicas, juiz Luciano Assis, determinou a interdição do Núcleo de Medida Socioeducativa de Internação Masculina (CESEIN). O magistrado constatou, por meio de uma série de inspeções, diversas situações de risco, como: excesso de lotação de internos e quantitativo deficitário de agentes e socioeducadores, além de carência de reformas estruturais e espaços adequados.

 

A decisão também dá o prazo de 15 dias para a Fundação da Criança e do Adolescente (FCRIA) apresentar relatório que detalhe o pessoal técnico (agentes e socioeducadores) necessário para que o CESEIN atenda à Lei do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) e às normas do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), incluindo concurso público para provimento de vagas.

A decisão judicial também determina o prazo de 120 dias para que a FCRIA e o Governo do Estado do Amapá (GEA) adotem providências que tornem adequadas as instalações, com as reformas necessárias.

Também caberá à FCRIA, mediante pesquisa no Núcleo de Apoio a Profissionais que atendem Crianças e Adolescentes Vítimas de Maus-tratos (NAP), proposta para adaptar as medidas socioeducativas para cerca de 60 internos.

Senador Capiberibe e deputada Janete entregam reivindicação de povos indígenas à Setec

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A reivindicação visa garantir direitos legais aos povos indígenas do Oiapoque, que buscam ser consultados e terem participação nas pesquisas realizadas em seus territórios.

 

Nesta sexta-feira, 16, o senador Capiberibe, a deputada federal Janete e o titular da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia do Amapá (Setec), Rafael Pontes, se reuniram no escritório do senador para discutir o marco legal que garante os direitos básicos das comunidades indígenas em consultas prévias e participação de atividades científicas e comerciais em seus territórios.

Na oportunidade, os parlamentares entregaram ao secretário um ofício com a reivindicação das comunidades. Neste, as comunidades vinculadas ao Conselho de Caciques dos Povos Indígenas de Oiapoque (CCPIO) reivindicam que sejam consultados, previamente, antes de qualquer atividade nos seus territórios. Reivindicam também, que tenham uma participação entre 5 e 33% nos ganhos econômicos decorrente dessas atividades.

No encontro, Rafael Pontes se comprometeu em garantir as solicitações dos povos. As comunidades em questão são: Galibi-Marworno, Galibi-Kalinã, Karina e Palikur.

De acordo com os parlamentares, as reivindicações têm amparo na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e na Constituição Brasileira, indispensáveis para o pleno exercício da cidadania e do desenvolvimento socioeconômico desses brasileiros.

Segundo o secretário, para um pesquisador entrar na aldeia, é necessário que consulte a comunidade, a fim de discutir a política para a aldeia em específico. Para ele, o Marco Legal pode garantir que as demandas sejam atendidas e que todas as pesquisas precisam dar retorno para a aldeia.

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Em meio à gastos com propaganda, Waldez corta mais mil mães do Renda em dezembro de 2017

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Das 19 mil famílias que estavam incluídas no programa Renda para Viver Melhor até dezembro de 2014 somente 2.421 continuam recebendo o benefício. Os dados são do Portal da Transparência do Governo do Amapá. Em dinheiro, deixou de circular no Estado R$ 55.512.965,70.

 

Em 2014, por exemplo, foram pagos em benefícios o valor de R$ 65.506.762,70, de 2015 até o final de 2017 o governo excluiu milhares de famílias, esse recurso caiu para R$ 9.993.797,00. Esses valores incluem o Renda para Viver Melhor, Amapá Jovem e o Aluguel Social.

O arquipélago do Bailique, por exemplo, foi o que mais sofreu com os cortes do governo. Até 2014, eram 671 beneficiários do programa, que recebiam o valor de R$ 440, ou seja, mensalmente circulava na região R$ 295.240,00, com um detalhe, o dinheiro era sacado na Vila Progresso, por meio de um convênio firmado, na época, entre o governo do Estado e o Banco do Brasil.

Já em 2017, o número de beneficiários caiu para 10. Como o valor do benefício também foi reduzido, passou a circular no arquipélago R$ 3.110. “Em grande parte era o dinheiro do Renda que movimentava a economia do Bailique. Com esses cortes, dezenas de pequenos comércios fecharam as portas. Como se não bastasse os problemas causados pela natureza, ainda enfrentamos a abandono social por parte do governo”, lamentou o líder comunitário Paulo Rocha.

Detalhe: o Bailique é só um exemplo, outros distritos de Macapá foram drasticamente afetados, como Santo Antônio da Pedreira, que das 182 famílias beneficiadas, só restaram 13, ou São Joaquim do Pacuí, que até 2014 tinha 483 cadastrados e fechou 2017 somente com 21.

Para acessar esses dados no Portal da Transparência do Governo do Amapá siga os seguintes passos:

1) Digite www.transparencia.ap.gov.br

2) Vá na aba Despesas e clique em pôr órgão detalhado

3) Selecione o ano de 2017 e mande pesquisar

4) Vá na segunda página no item 49 – Fundo de Assistência Social

5) Do lado direito, na imagem do olho, mande pesquisar

6) Clique no item 8 – Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas

7) Pronto, é só acompanhar os repasses feitos pelo governo aos programas Renda Para Viver Melhor,. Amapá Jovem e Aluguel Social

8) Se desejar pesquisas anos anteriores, é só selecionar o ano e seguir o mesmo processo. Procurando pelo Fundo de Assistência Social

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