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Conselho Tutelar da Zona Norte denuncia falta de apoio da prefeitura de Macapá para realizar atividades

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Falta de combustível, viatura sem manutenção e falta de material de expediente, é o retrato do descaso por parte da prefeitura de Macapá com as atividades do Conselho Tutelar da Zona Norte, que foi denunciado pelos conselheiros na manhã desta quarta-feira, 18.

 

A presidente Martinha Sousa e a vice Leka Moura, que trabalham na garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes, relataram para imprensa o descaso da gestão do prefeito Clécio Luís (Rede) com as atividades do Conselho Tutelar.

“Eu peço que o prefeito dê atenção para as atividades do Conselho Tutelar. Por que, quando a população nos procura, ela não quer saber se o prefeito que tem que dar condições para realizarmos o nosso trabalho, eles querem que nós resolvemos os problemas das nossas crianças e adolescentes”, disse a presidente, Martinha Sousa, ao pedir compreensão da população.

A vice-presidente, Leka Moura, disse que os trabalhos estão prejudicados e que já encaminharam 14 ofícios à prefeitura. “Será que a criança e adolescente não são prioridades para o prefeito que é educador?”, indaga.

A Secretaria de Assistência Social da PMM informou que a falta de combustível seria resolvida até o final da tarde. No entanto, quanto as demais reivindicações dos conselheiros, não deu posição.

Jozi Araújo é denunciada em ação que investiga desvio de R$ 300 mil da Fieap

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Além da reparação dos danos, a ação de improbidade pretende impedir que sindicatos fantasmas participem das eleições para presidência da entidade

 

O Ministério Público Federal (MPF) quer que a presidente da Federação das Indústrias do Amapá (Fieap), Jozi Araújo,sete sindicatos e outras oito pessoas, sejam condenados a ressarcir mais de R$ 300 mil aos cofres públicos. O montante, decorrente de contribuições sindicais, foi arrecadado pela entidade entre 2013 e 2017, após uma série de irregularidades que envolveram a criação de sindicatos e empresas fantasmas para eleger a presidência e administração da entidade, controlada politicamente pela deputada federal Jozi Araújo (Podemos/AP).

Na ação, o MPF pede a condenação dos envolvidos por enriquecimento ilícito e dano ao erário, com base na Lei de Improbidade Administrativa. Também é pedido, liminarmente, que os sindicatos constituídos mediante fraude sejam impedidos de votar ou compor chapa ou, ainda, que as eleições agendadas para 16 de maio sejam suspensas. A ação foi ajuizada nessa segunda-feira (16).

A investigação, conduzida pelo MPF, constatou que, para eleger Jozi Araújo presidente da Fieap e toda a administração da entidade, foram constituídos cinco sindicatos aos quais estavam vinculadas empresas de fachada. Dentre os sindicatos, quatro estão registrados no mesmo endereço; dois, têm como sócios-administradores João Mariano do Nascimento e Josevaldo Araújo Nascimento, respectivamente pai e irmão de Jozi Araújo. Nenhum deles possui código sindical ou qualquer registro de empregados, além de não existirem nos endereços declarados junto aos órgãos estatais.

O MPF revela que as fraudes tiveram a participação de Renato Araújo Júnior e Carlos Cavalcante de Lacerda, servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que já respondem à Justiça Federal por irregularidades cometidas dentro do órgão. Segundo o MPF, os processos dos sindicatos foram invalidados na Superintendência do MTE no Amapá, contudo, os servidores do órgão, em Brasília/DF, emitiram notas técnicas que acabaram por anular a invalidação dos documentos apresentados. Com isso, foram concedidos registros a sindicatos patronais para representar setores da indústria cujas atividades não existiam no Amapá e cujos presidentes sequer eram do ramo, com empresas que igualmente inexistem.

A investigação do MPF concluiu que os sindicatos foram constituídos sem preencher os requisitos legais apenas para viabilizar a escolha da presidente e da diretoria da Fieap. A atuação do grupo resultou em enriquecimento ilícito e causou prejuízo de mais de R$ 336 mil aos cofres públicos. Não houve qualquer preocupação com os interesses da categoria que deveriam representar, pois o intuito era o controle político e a obtenção de vantagens econômicas por meio da Fieap e Sistema S. Para o MPF, “uma parte significativa dos sindicatos patronais ligados à indústria no Estado do Amapá desvirtuou-se de sua finalidade, que seria a defesa dos interesses econômicos ou profissionais da categoria, e passou a servir em prol de interesses individuais de grupos políticos”.

Intervenção – Desde 2013, quando teve início a atual gestão da Fieap, os órgãos do Sistema S do ramo industrial do Amapá – Serviço Social da Indústria (Sesi) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) –, vêm sendo alvo de inúmeras irregularidades, conforme aponta relatório da Controladoria Geral da União. Ainda em 2013, foi determinada intervenção no Senai e no Sesi, afastando a Fieap da gestão dos referidos órgãos patronais.

Processados – São processados na ação Sindicato das Indústrias de Joalheria e Ourivesaria no Estado do Amapá (Sinjap), que tem como presidente Jozi Araújo, Sindicato das Indústrias de Construção e Reparação Naval no Estado do Amapá (Sinav), presidido por João Mariano do Nascimento – pai de Jozi Araújo –, Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose no Estado do Amapá (Sinpel), do qual Josevaldo Araújo Nascimento – irmão de Jozi Araújo – é presidente, Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Amapá (Sinpat), que tem como presidente Jonatas Bezerra Lisboa, Sindicato das Indústrias da Pesca no Estado do Amapá (Sindesp), presidido por Francisco do Socorro Pereira da Costa, e Sindicato das Indústrias de Mármore e Granito no Estado do Amapá (Sindmag), do qual Sérgio Roberto Freitas da Silva é presidente. Os servidores do MTE Renato Araújo Júnior e Carlos Cavalcante de Lacerda também devem responder por improbidade administrativa.

Número da ação para consulta processual no Portal do TRF1/SJAP: 10004001420184013100

Médico Manoel Brasil relata o descaso do governo do Estado com o atendimento no Hospital de Emergência

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O ex-deputado estadual e médico Manoel Brasil utilizou um grupo de WhatsApp para postar um relato da situação que se encontra o Hospital de Emergência. De acordo com o médico, os problemas vão desde a falta de materiais para a realização das cirurgias, passa pela superlotação e as péssimas condições de infraestrutura.

 

“Há pouco sai do Pronto Socorro. Uma amiga me ligou pra pedir uma orientação de sua irmã. Então perguntei sobre o leito? Ela me disse: Doutor não sei, pois ela se encontra no corredor. Então partir pra vê-la. Como ia correr, estava pronto. E assim fui. Ao chegar lá. Começou na cabeça da gente uma tristeza, por tudo que foi se vendo. Um corredor repleto de pessoas deitadas em macas, em cadeiras, no chão em colchonetes. Enfim uma fileira de pessoas pedindo Socorro por suas saúdes”, diz um trecho do relato do médico Manoel Brasil, que segue adiante mostrando a situação de abandono da casa de saúde por parte do governo do Estado.

“Antes de chegar na irmã de minha amiga, entrei em uma enfermaria, ao me deparar com o Macaiba, ex-assessor do ex-deputado, colega meu, Nilde Santiago, já falecido. Ao conversar com o mesmo, com uma voz trêmula me contou seu drama. Apresenta se edemaciado. Pernas inchadas, descorado, estava com sonda vesical de demora. Jantava uma sopa fria. Num leito que os lençóis estavam há tempo sem ver água. Ele, me informou que estava com problema renal e que deveria precisar de diálise. Tinham uns dez pacientes nesta pequena enfermaria.  Aí comecei a conversar com os mesmos. Após me reconhecerem. Ali, observei vários casos de colecistopatia, com indicação cirúrgica, no entanto, os casos sendo adiados por não ter material no centro cirúrgico. Tinha um caso, que desde janeiro pra operar, o mesmo por estas questões não tinha operado, estava lá por outra crise biliar e teria que fazer os exames pré-operatórios novamente.  Outro caso de colelitiase em um jovem com anemia falciforme, onde tem indicação pra vídeo laparoscopia. Mas este procedimento só particular”, observou o médico.

Manoel Brasil disse também que viu um jovem em coma, com AVC, abstinência das drogas e uma senhora obesa com acidente vascular cerebral. “Enfermaria com toda a estrutura elétrica sobre risco de um curto circuito. Entrou um rapaz pra carregar o celular. O pessoal falou que nenhuma tomada prestava. Pra não falar de várias baratas que infestam o local. Enfim, uma tristeza, conversei bastante com os pacientes. Gostaria de me solidarizar aos pacientes e parabenizar a equipe de enfermagem, técnicos, pessoal da limpeza e os colegas médicos. Onde apesar de tudo, estão na labuta todos os dias”, finaliza.

Por risco de infecção alimentar e proliferação de doenças, MP recomenda interdição da cozinha do HCAL

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Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde expediu recomendação para que a Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) proceda a imediata interdição cautelar do espaço onde funciona o Serviço de Nutrição e Dietética (SND) do Hospital de Clinicas Alberto Lima, onde funciona a empresa “Primo José”, que fornece os alimentos àquela unidade de saúde.

 

Em audiência realizada nesta sexta-feira (13), no Complexo Cidadão Zona Norte do Ministério Público do Amapá (MP-AP), com a equipe e superintendente da SVS, Dorinaldo Malafaia, e representantes da empresa, foram constatadas que as várias irregularidades e inadequações apontadas em inspeção realizada pelos fiscais da SVS, em 2017, não foram sanadas e o local está classificado como de alto risco para funcionamento.

A promotora de Justiça Fábia Nilci, titular da Promotoria da Saúde, questionou o diretor do Hospital de Clínicas, Alex dos Santos, e o proprietário da empresa, Joelson Pimentel dos Santos, quanto às adequações apontadas pela Vigilância Sanitária que não foram concluídas, bem como cobrou do diretor da SVS, Emanoel Bentes, proatividade quanto ao cumprimento das ações apontadas na notificação. Argumentou que diante dos fatos, tendo esgotado o prazo estabelecido, se faz necessária a recomendação da interdição para a conclusão dos serviços propostos.

Destaca o MP-AP, com base no Laudo de Inspeção nº 46/2017-NVS-AP, e a consequente Notificação nº 01/2018-NVC-AP, que o espaço físico do HCAL foi classificado como de altoDSC 2773 risco e sugerida a interdição cautelar para a realização de melhorias mínimas que possam oferecer segurança e garantias para a apropriada execução dos serviços dentro do ambiente hospitalar, visto que este não dispõe de cozinha própria, o que pode gerar riscos de contaminação dos alimentos.

“(…) tal situação põe em risco a saúde de diversos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), pacientes internados no HCAL e seus acompanhantes, com risco de infecção alimentar e proliferação de doenças, ferindo a Constituição no que tange a dignidade da pessoa humana e o acesso universal aos serviços de saúde de forma digna”, destacam os titulares da Promotoria da Saúde, promotores de Justiça André Araújo e Fábia Nilci, que subscrevem a Recomendação.

Recomenda o MP-AP que a Vigilância Sanitária Estadual proceda à imediata interdição cautelar do referido espaço, até que a empresa contratada pelo Estado do Amapá realize as melhorias necessárias para se adequar às normativas da RDC nº 216/2004-ANVISA, devendo cientificar e notificar as autoridades competentes para providências legais e urgentes.

Ressalta o órgão ministerial que o não atendimento a esta Recomendação implicará na tomada das medidas legais necessárias, inclusive mediante Ação Civil Pública e de Improbidade Administrativa, a fim de que seja garantida a proteção integral dos direitos dos usuários do SUS, no que tange à boa e regular prestação do serviço de fornecimento de alimentação dentro do espaço físico do HCAL, nos moldes da RDC nº 216/2004-ANVISA e Constituição Federal.

As denúncias

Membros do Serviço de Nutrição e Dietética do HCAL procuraram a Promotoria da Saúde para oferecer denúncia em desfavor da empresa que fornece os alimentos ao hospital público, a empresa Primo José. Os reclamantes informaram que há mais de 5 anos a empresa reclamada não tem cumprido suas funções de maneira adequada, como por exemplo a repetição excessiva de cardápios do dia, em muitos casos variando somente entre frango e carne moída, quando o contrato prevê que não haja uma monotonia de alimentos, devido aos mais diversos quadros clínicos dos pacientes do Hospital, que em muitas das vezes não estão aptos a ingerir determinados alimentos.

Outro problema observado pelos profissionais de nutrição está na qualidade dos alimentos, que em diversas oportunidades se apresentam com excesso de sal e frutas, que são dispensadas para o consumo se encontrarem estragadas.

Diante do exposto, a Promotoria da Saúde instaurou Notícia de Fato nº 0001712-PJDS/MCP para apurar as denúncias.

MP cobra da prefeitura de Macapá pressa na construção e finalização das Creches Tia Chiquinha e Tio Soró

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O titular da Promotoria de Defesa da Educação (PJDE), promotor de Justiça Roberto Alvares, acompanhado da Secretária Municipal de Educação de Educação de Macapá, Sandra Casemiro, fiscalizou na manhã de quarta-feira (11), as obras da Creche Tia Chiquinha, localizada no Bairro Buritizal, zona sul de Macapá. A visita teve o objetivo de acompanhar os avanços na construção do prédio que abrigará aproximadamente 225 crianças de 0 a 5 anos, em turmas de Educação Infantil.

 

Ao chegar no local o membro do MP-AP constatou atraso na obra, pois o prazo inicial de entrega, estipulado pela Prefeitura Municipal de Macapá (PMM), março de 2018, não foi cumprido. Em 28/12/2017, Roberto Alvares visitou as obras da referida creche, juntamente com o Prefeito Municipal de Macapá, Clécio Luís Vilhena Vieira. Durante esse tempo, o promotor de Justiça observou que houve tímido avanço na construção do prédio.

Contudo a empresa responsável informou que mais de 80% da obra foi concluída e está apenas na fase de acabamento. A nova data para entrega da Creche é 20 de maio de 2018.

O Promotor de Justiça ressaltou que o número de trabalhadores no canteiro de obras é baixo. De acordo com Roberto Alvares, a mão-de-obra reduzida pode acarretar o não cumprimento do novo prazo limite, prejudicando as famílias que necessitam dos atendimentos a serem ofertados por escolas de educação infantil.

Na sequência das diligências, a equipe visitou a obra de construção da creche Tio Soró, localizada em Fazendinha. Segundo os responsáveis a obra foi iniciada em fevereiro de 2018 e atenderá aproximadamente 224 crianças de 0 a 5 anos. O prazo para conclusão é 18/09/2018, segundo a placa ancorada à frente da obra.

“O MP-AP foi acionado para verificar o motivo do atraso, pois a população precisa dos serviços prestados pelas Creches Tia Chiquinha e Tio Soró e tantas outras que com certeza são necessárias, para deixar os seus filhos em segurança e sair a procura de um trabalho, ou mesmo um ‘bico’ de onde possa advir a própria subsistência familiar.”, frisou o promotor de Justiça, ao cobrar celeridade na conclusão das obras

Durante encontro com professores senador Capiberibe propõe Gestão Compartilhada do orçamento da Educação

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Falando especificamente com um grupo de professores, o senador João Capiberibe (PSB) propôs que os educadores do Amapá obriguem o próximo governante do Estado a colocar em prática a Gestão Compartilhada no orçamento da Educação, que este ano é R$ 1,1 bilhão.

“Não podemos mais permitir que uma ou duas pessoas controlem um valor tão alto. É necessário a Gestão Compartilhada no orçamento do Estado e cada categoria, junto com a comunidade, ficará responsável pela aplicação desses recursos. Fazendo a controle social dos gastos. Só assim os investimentos chegarão a quem realmente precisa”, destacou o senador socialista.

A conversa com os professores ocorreu neste sábado, 14, na sede do PSB, no bairro do Laguinho, onde todos puderam dar suas opiniões a respeito da educação e apontar caminhos para melhorar o ensino público.

Capiberibe comentou que as aulas em sala de aula precisam acompanhar o avanço das novas tecnologias. “Nossos jovens têm outros interesses e o novo modelo de ensino deve acompanhar esses interesses, só assim estaremos formandos cidadãos preparados para o futuro”, completou.

O senador disse que é impossível levar internet de qualidade às escolas do Estado, sejam na capital ou no interior, socializando o aprendizado, mas reforçou que isso só será possível com uma Assembleia Legislativa comprometida com o anseio popular e voltou a falar que o Poder Legislativo recebe muito mais do que precisa para atuar de forma eficiente – hoje o orçamento daquela casa de leis é de R$ 172 milhões/ano.

Ainda durante a roda de conversa Capiberibe falou da Lei da Transparência e Gestão Compartilhada, que pode virar lei ainda este ano, e finalizou afirmando que só será possível combater a corrupção se a sociedade se apropriar dos instrumentos de fiscalização e controle social, que estão na palma da mão, se referindo ao celular, e denunciar sempre que detectar algum tipo de irregularidade.

Diante da decisão de Waldez que só beneficia delegados, policiais civis deflagram a Operação Cumpra-se a Lei

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Na manhã deste sábado, 14, o Sindicato dos Policiais Civis do Amapá (Sinpol) realizou assembleia geral, onde foi aprovada a operação Cumpra-se a Lei, em repúdio à falta de valorização da categoria por parte do governador Waldez Góes (PDT) e pelo projeto de lei que beneficia apenas à classe dos delegados.

De acordo com a presidente do Sinpol, Narcisa Ardasse, no apagar das luzes o governador Waldez Góes (PDT) enviou no sábado, 7, para a Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP) projeto que garante verba indenizatória de 20% para os delegados e ofereceu apenas 2,8% para os policiais civis.

“Nos três primeiros anos dessa gestão, não tivemos nada de aumento e as nossas perdas são de 26%. E de forma surpreendente o governador encaminha um projeto que só beneficia uma categoria e deixa a nossa de fora”, denuncia.

Além da operação Cumpra-se a Lei, onde os policiais irão fazer apenas o que de fato são obrigados, como não proceder a interrogatório, tomadas de depoimentos, dentre outros atos que deverão ser praticados com a presença do delegado, a assembleia geral deliberou que o Sinpol irá entrar na justiça, alegando que o projeto que beneficia os delegados é inconstitucional.

“Os policiais também farão registros do sucateamento das delegacias de polícia que hoje estão precárias”, informou a presidente.

EUA, Reino Unido e França atacam Síria em retaliação a suposto uso de armas químicas por Assad

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Com o apoio do Reino Unido e da França, os Estados Unidos lançaram bombardeios contra instalações que produzem, armazenam e distribuem armas químicas na Síria

A operação é uma resposta às evidências de um ataque químico na cidade síria de Douma, na semana passada. EUA e aliados denunciam que o ataque teria sido protagonizado pelo regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, que por sua vez nega tal participação.

“Uma operação combinada com as forças armadas da França e do Reino Unido está em andamento”, disse o presidente Trump em discurso em rede nacional.

As forças armadas dos três países bombardearam múltiplos alvos governamentais durante a operação.

Segundo o Pentágono, foram atingidos um centro de pesquisas científicas em Damasco, que seria ligado à produção armas químicas e biológicas, um local de armazenamento de armas químicas a oeste de Homs e outro armazém que também funcionava como importante posto de comando, na mesma região.

A televisão estatal síria informou que as forças do governo derrubaram um terço do total dos mísseis lançados.

Rússia se diz ameaçada

Segundo o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, a primeira leva de bombardeios foi finalizada “sem perdas”.

“Estamos preparados para sustentar essa resposta até que o regime sírio deixe de usar agentes químicos proibidos”, disse o presidente Trump, mais cedo.

A primeira-ministra Theresa May confirmou o envolvimento britânico, dizendo que “não havia alternativa prática ao uso da força”.

May também afirmou que os ataques não almejam uma “mudança de regime” na Síria.

Principal aliado do regime sírio, a Rússia divulgou comunicado assinado pelo embaixador nos Estados Unidos, Anatoly Antonov.

“Novamente, estamos sendo ameaçados. Nós já avisamos que ações como esta não ficarão sem consequências. Toda a responsabilidade por elas está com Washington, Londres e Paris.”

‘Guerra’

Os ataques foram aprovados contra “alvos associados a instalações de (produção de) armas químicas” do governo sírio, segundo Trump.

O presidente americano afirmou que o propósito é “dificultar a produção, disseminação e uso de armas químicas”.

“Estas não são ações de um homem, são os crimes de um monstro”, disse Trump sobre o presidente sírio Bashar al-Assad.

A Síria negou envolvimento com o ataque químico e a Rússia, sua aliada, alertou que ataques militares do ocidente corriam o risco de dar início a uma guerra.

‘Flagrante violação’

A imprensa estatal síria chamou os ataques de “uma violação flagrante da lei internacional”.

Uma fonte não identificada ouvida pela agência oficial de notícias Sana disse: “Quando os terroristas fracassaram, Estados Unidos, França e Reino Unido intervieram e cometeram uma agressão contra a Síria”.

“A agressão americana, francesa e britânica contra a Síria fracassará”, acrescentou a fonte.

Segundo a Sana, os ataques atingiram um centro de pesquisa no nordeste de Damasco, assim como instalações militares na capital.

Mísseis tendo como alvos depósitos militares em Homs foram interceptados, acrescentou a agência de notícias.

Reações

Os bombardeios provocaram reações polarizadas.

Aliado dos Estados Unidos, o Canadá apoiou a operação.

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, condenou o que chamou de “uso de armas químicas” pela Síria.

Segundo a emissora pública canadense CBC News, Trudeau disse que o Canadá continuaria a atuar junto com seus aliados internacionais e levar os responsáveis “à justiça”.

Já Rússia e Irã, os principais aliados da Síria, subiram o tom contra os bombardeios.

O governo russo alertou que os Estados Unidos deveriam esperar algum tipo de retaliação pelos ataques.

Por meio de um comunicado, o embaixador da Rússia nos Estados Unidos, Anatoly Antonov, disse que “tais ações não serão deixadas sem consequências”.

O Ministério de Defesa russo afirmou que os ataques não atingiram áreas perto das bases aéreas e navais da Rússia na Síria.

“Nenhum dos mísseis lançados pelos Estados Unidos e seus aliados entraram na zona de responsabilidade das defesas aéreas russas que protegem instalações em Tartous e Humaymin”, informou a pasta em nota, segundo a agência de notícias RIA Novosti.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou os ataques como “um ato de agressão” e pediu a convocação de uma reunião de emergência na ONU.

Em 2015, a campanha aérea lançada pela Rússia em apoio ao presidente Bashar al-Assad provou-se crucial para virar a maré a favor do líder sírio.

Já o Irã, o principal aliado da Síria no Oriente Médio, denunciou “uma agressão tripla” e também alertou para “consequências regionais”, informou a TV al-Manar, controlada pelo grupo extremista Hezbollah.

Segundo a agência de notícias AFP, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país, Bahram Ghasemi, afirmou que “os Estados Unidos e seus aliados não têm prova e, sem sequer esperar por uma posição da Organização para a Proibição às Armas Químicas, realizaram este ataque militar…e são responsáveis pelas consequências regionais (dele)”.

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, engrossou o coro. Para ele, o ataque contra a Síria é um “crime sem ganhos”.

Khamenei também acusou de “criminosos”, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente da França, Emmanuel Macron, e a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May.

Acredita-se que o Irã tenha deslocado centenas de militares e gastado bilhões de dólares para ajudar Assad durante a guerra civil.

Milhares de milicianos muçulmanos xiitas armados, treinados e financiados pelo Irã – muitos dos quais integram o grupo extremista Hezbollah, mas também do Iraque, Afeganistão e Iêmen – também vêm ao lado das forças do governo sírio.

Capi e Janete garantem ônibus, pick-up, sala multimídia e equipamento odontológico para Apae/Santana

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Santana, 13/04/2018 – A presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Santana, Elísia Almeida, comemorou a reunião ocorrida na noite desta quinta-feira, 12, com a deputada federal Janete Capiberibe (PSB), funcionários da instituição, pais, alunos e voluntários.

 

A APAE Santana atende cerca de 90 pessoas, entre crianças, jovens e adultos, mas passa por inúmeros problemas estruturais, além de dívidas, que dificultam o trabalho. Por conta disso, Elísia Almeida fez uma série de reinvindicações à parlamentar socialista, como piscina, quadra de esporte, ônibus, salas de multimídia, entre outros.

Após ouvir também os pais, alunos e funcionários da APAE Santana, a deputada Janete garantiu que vai inscrever no Orçamento Geral da União de 2019, junto com o senador Capi, emendas para comprar um ônibus adaptado, uma sala multimídia, equipamentos odontológicos e uma pick-up.

“O senador Capiberibe, por motivos de agenda, não pôde estar presente nesta reunião, mas posso garantir que ele vai inscrever emenda para comprar essa pick-up, bem como nos ajudar a comprar os equipamentos odontológicos”, afirmou a deputada Janete.

Ela disse que ficou emocionada com o relato de funcionários e voluntários. “Qualquer trabalho feito para reduzir as desigualdades tem nosso apoio e com a APAE não seria diferente”, declarou.

O veículo menor é para recolher as doações, como alimentos. Hoje, esse trabalho é feito pela presidente da APAE, usando uma moto. Já o consultório de odontologia é para que o atendimento dentário seja feito na própria instituição.

Sem apoio do governo do Estado, pais, alunos e professores da Apae/Macapá fazem manifestação

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Educação é um direito básico do cidadão que não está sendo respeitado pelo governo do Estado. Exemplo disso, são as crianças da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Macapá que estão sem estudar por conta que o governador Waldez Góes (PDT) não repassou os recursos destinados para manutenção da instituição.

 

De acordo com os professores, eles estão desde novembro sem receber seus salários, além de que o governo do Estado ainda não assinou o termo de fomento com a APAE/Macapá para este ano. “Não teve outra saída ao não ser trazer a público o que estamos passando. Precisamos de uma resposta do governador Waldez?”, indaga a mãe de aluna, Jéssica Silva.

Situação semelhante vivem alunos da Apae/Santana, cujas aulas ainda não iniciaram por questões burocráticas do Governo do Estado que ainda não assinou o termo de cooperação com a instituição.

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