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‘O governo atual acabou com o transporte dos agricultores’, diz agricultor de Mazagão

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O agricultor Raimundo Amaro, que desenvolve suas atividades na região do Lago do Ajurixi, no município de Mazagão, disse que os trabalhadores rurais foram esquecidos pelo atual governo.

 

A afirmação do agricultor ocorreu durante reunião que aconteceu na manhã deste domingo, 03, no distrito de Mazagão Velho, e que contou com a presença do senador João Capiberibe (PSB), da deputada federal Janete, do ex-governador Camilo, da deputada estadual Cristina Almeida

“Até o final da gestão do ex-governador Camilo tínhamos o transporte de barco e o caminhão que ia até a Feira do Produtor. Tudo isso foi tirado e hoje temos que pagar R$ 60 por passagem e temos que entregar em Santana na mão do atravessador”, disse o agricultor.

O senador Capiberibe disse que, em vez de avançar, o Amapá voltou para trás, e que é necessário resgatar o tempo perdido. “Mas, para isso, é necessário a eleição de estaduais comprometidos na redução do orçamento da Assembleia Legislativa para que seja devolvido o dinheiro que hoje faz falta ao povo”, concluiu Capi.

Com prazo para deixarem suas casas, moradores do Jandiá solução para o problema

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Na manhã desta sexta-feira, 1º de junho, o senador João Capiberibe (PSB) recebeu uma comissão de moradores do Canal do Jandiá, no bairro do Pacoval. O grupo veio pedir orientação ao parlamentar socialista. Por determinação da Justiça Federal, cerca de 500 famílias têm o prazo de 60 dias para deixar o local.

 

A região faz parte da faixa de segurança da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Um total de 310 famílias foram despejadas em fins do ano passado. O problema é que muitas dessas famílias residem no local há mais de 20 anos e não concordaram em deixar o local, muito menos mudar para apartamento no Macapaba, como deseja a Justiça Federal, e alegam que nem todos serão beneficiados.

O juiz federal João Bosco Soares, que proferiu a sentença, disse, em recente entrevista, que a região não é um lugar para moradia, pois é insalubre, sem esgoto, causando problemas de saúde para quem ali reside e danos ao meio ambiente.

Após ouvir o grupo, o senador Capiberibe disse que vai buscar mais informações sobre a situação junto à Infraero, em Brasília, que o caso é problema social, onde não se pode simplesmente tirar a moradia das pessoas sem oferecer algo melhor em troca.

Moradores do Novo Esperança pedem apoio do senador Capiberibe para solucionar problemas do bairro

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Senador João Capiberibe recebeu integrantes da Associação de Moradores do bairro Nova Esperança, nesta sexta-feira, 1º de junho. Os moradores apresentaram ao parlamentar vários problemas que estão dificultando a vida no bairro e o senador debateu com eles uma nova forma de fazer política baseada na participação ativa na gestão do governo.

 

De acordo com os moradores, o bairro está esquecido pelo poder público e vieram pedir auxílio do senador. Capiberibe pediu que transformem essas demandas em projetos que possam receber emendas parlamentares para suas execuções. “Garantidas as emendas, vamos usar a Gestão Compartilha para a execução das obras”, afirmou.

Hoje, segundo Capiberibe, o estado do Amapá passa por terríveis deficiências, os políticos estão sem autoridade e o povo padece. “A Assembleia tem gastos absurdos, as escolas estão sem merenda, milhares de mães de programas sociais, como o Renda para Viver Melhor, foram excluídas do programa. Para que o estado funcione bem é necessário fiscalização e uma Assembleia que trabalhe a favor do povo”, finalizou o senador.

Operação Acrópole: Empresário é preso em investigação que apura o desvio de R$ 9 milhões da ALAP

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Na manhã desta sexta-feira, 1º, o Grupo de Atuação Especial para Repressão ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Amapá (MP-AP), com apoio do Gabinete Militar da Procuradoria-Geral de Justiça, deu cumprimento a um mandado de prisão temporária do empresário de Felipe Edson Pinto e dois de busca e apreensão, na residência e no estabelecimento comercial do referido investigado.

 

A ação visa dar continuidade às investigações da “Operação Acrópole”, deflagrada em 2016, que apura práticas de crimes por agentes públicos e particulares, que, em conjunto, promoveram desvio e lavagem de elevada quantia dos cofres da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá (ALAP).

As investigações estão sendo realizadas através do Processo nº 0000012-86.2016.9.04.0000, que apura o desvio de aproximadamente R$ 9 milhões de reais, que foram desviados ALAP, através de pagamentos realizados para uma empresa de construção civil.

As ações da “Acrópole” são coordenadas pelo procurador-geral de Justiça, Márcio Augusto Alves, e pelos procuradores de Justiça Nicolau Crispino e Estela Sá, e realizadas pelo GAECO, com apoio do Laboratório Contra a Lavagem de Dinheiro do MP-AP (LAB-LD) e do Núcleo de Inteligência do MP-AP (NIMP).

Governo Waldez abandona saúde em Serra do Navio e moradores procuram Pedra Branca para fazer exames de rotina

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Com exceção dos exames de fezes e urina os demais como hemograma, colesterol, glicose, triglicerídeo, bem como os exames de sorologia, essencial para o pré-natal das mulheres grávidas, desde o início desse mês não estão mais sendo feitos na Unidade Mista de Saúde de Serra do Navio, administrada pelo Estado.

 

Quem precisa fazer exames tem que se deslocar para Pedra Branca a 20 km da Serra e usar a estrutura da rede de saúde do município. Isso porque os equipamentos do Estado que fazem este tipo de exame estão quebrados e segundo quem trabalha na unidade até esses dois exames – fezes e urina – a qualquer momento deixarão de ser feitos.

Os kits para a realização dos exames que eram comprados pela prefeitura e repassados para a Unidade Mista agora são repassados para Pedra Branca, que dispõem de técnicos e equipamentos para fazer os procedimentos.

“Na verdade, a falta de exames é apenas um dos problemas. De modo geral todo o atendimento é precário na cidade. Aqui quem não tem dinheiro para ir para Pedra, Porto ou Macapá, pode até morrer”, desabafou uma servidora que preferiu o anonimato.

Para os moradores quem que se deslocar para Pedra o transtorno não está apenas na viagem, cuja estrada está cheia de buracos. Mas, no bolso também. Ir e vim não sai por menos de R$ 20,00. “Estamos abandonados. Sem segurança, educação e saúde pública”, desabafou a servidora.

PF deflagra operação para desarticular associação criminosa que desviou R$ 1 milhão do Lacen/AP

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (29/05) a Operação Diagnosis*, para desarticular associação criminosa que desviou cerca de R$ 1 milhão do Laboratório Central de Saúde Pública do Amapá (Lacen/AP).

 

A ação é resultado de um trabalho em conjunto com a Controladoria-Geral-da-União. Cerca de 40 policiais federais cumprem 12 mandados de prisão temporária, 16 mandados de busca e apreensão e sequestro de bens e valores nas cidades de Macapá/AP, Ananindeua/PA e Belém/PA.

Segundo as investigações, uma servidora do Lacen/AP teria desviado a quantia para sete empresas sem nenhuma relação contratual com o órgão, por meio da inserção de dados falsos no sistema de pagamento.

Os desvios de verba pública da União ocorreram entre março e setembro de 2016. Ainda de acordo com o apurado, os depósitos feitos nas contas das empresas investigadas eram sacados e parte do valor era depositada na conta da servidora responsável pelas transferências, como uma forma de “porcentagem” pelo desvio.

O resultado da investigação policial será encaminhado a Controladoria Geral do Estado do Amapá para providências de cunho administrativo. Os investigados irão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de associação criminosa, peculato e lavagem de dinheiro. Se condenados, poderão cumprir pena de até 25 anos de prisão.

Maternidade Mãe Luzia recebe equipamentos comprados com emenda da deputada Janete

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Na manhã desta sexta-feira, 25, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB) visitou a Maternidade da Mãe Luzia para acompanhar o investimento da sua emenda de R$ 1.071.590,00 para comprar equipamentos novos e modernizar a casa de saúde.

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O recurso é do orçamento de 2012, com projeto elaborado no governo Camilo, do PSB. Do valor total empenhado, a Secretaria de Estado da Saúde conseguiu licitar somente R$ 397.396,10, que foram suficientes para comprar sete itens dos 19 licitados.

“Fomos informados que o processo está na Comissão Permanente de Licitação para avaliação dos itens para os quais não houve empresas interessadas em vender para, em seguida, fazer outro processo licitatório. Nossa esperança é que isso ocorra o mais rápido possível. A Maternidade está precisando”, pontua a deputada.

Na relação dos materiais já comprados estão: 30 camas hospitalares; dois cardioversores; um endoscópio rígido; 20 detectores fetais; quatro berços aquecidos; oito aparelhos para fototerapia e dez aspiradores elétricos móveis de secreções.

Pedido especial

Ao chegar na entrada da maternidade a deputada percebeu que a gravura da mãe Luzia, que antes ficava num local de destaque do hospital, agora está numa área de pouca visibilidade. Janete fez um pedido à diretora da unidade, Nayra Barbosa.

“Por gentileza, devolva a obra para o local de antes. Ele precisa ficar em destaque. As pessoas precisam conhecer a história dessa parteira e o poema do poeta Álvaro da Cunha traduz exatamente quem ela foi”, pediu.

Em 2015, Assembleia Legislativa aprovou proposta do governo Waldez Góes que aumentou imposto sobre o diesel

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Em novembro de 2015, a Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP) aprovou proposta à Lei Orçamentária Anual, enviado pelo governador Waldez Góes (PDT), que aumentava a alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para produtos como: óleo diesel (25%), munições (29%) e itens de joalheria e perfumaria (29%).

 

Na época, o governo argumentou que a pretensão era de arrecadar cerca de R$ 40 milhões, ao longo de quatro anos. Segundo a Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), os itens com crescimento nos impostos são considerados “supérfluos” e de baixo impacto no consumo das famílias.

No caso do aumento na alíquota do diesel, os revendedores começaram a passar 25% do valor do produto ao governo na forma de imposto e, com isso, poderiam ou não, repassar ao consumidor esse acréscimo no custo do item. Como está se vendo nas ruas, estão repassando.

Serra do Navio tem um policial militar por plantão para atender uma cidade inteira

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Se na capital a população avalia que a segurança pública vai de mal a pior, no interior do Estado a coisa é mais grave ainda. Em Serra do Navio, por exemplo, de segunda a quarta-feira, permanece apenas um policial no plantão. Nos demais dias da semana, o efetivo aumenta para dois.

 

O 2º Pelotão do 7ª Batalhão da Polícia Militar tem hoje onze militares, incluindo o comandante, para cuidar da sede do município, assentamentos e comunidades como: Cachaço e Água Branca. “Viatura até que não é problema. A pouco mais de um mês, o Pelotão recebeu uma picape nova da Enafron (Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras), o que falta mesmo são policiais dentro dela”, comentou um PM que preferiu não se identificar.

A mesma fonte informou que, há quatro anos, o efetivo era de 22 policiais, mas devido as transferências e aposentadoria (reserva), esse número foi reduzindo.

E como atender uma ocorrência com apenas um policial? Questionou a reportagem do MZ Portal. O PM respondeu que, neste caso, é acionado “um companheiro que está de folga e aí vão dois, mas o ideal é que tenham três dentro da viatura”.

“O problema é que até encontrar quem está de folga, ir buscá-lo, a ocorrência está em andamento, se tiver que ocorrer o pior não vamos ter como chegar a tempo”, reforçou o policial destacando que a sorte é que a cidade ainda é pacata.

ABIN quer unificar o combate à lavagem de dinheiro no Amapá

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Uma reunião de trabalho sobre combate à lavagem de dinheiro no Estado foi realizada nesta quarta-feira (23), pela Superintendência Estadual Amapá da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), com a participação do Ministério Público do Amapá (MP-AP), Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP) e órgãos de controle fiscal, visando a união de forças para combater e prevenir esse tipo de crime.

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O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), Márcio Augusto Alves, participou do encontro coordenado pelo superintendente da ABIN no Amapá, Joel Ferreira Neto, e pelo oficial de Inteligência Robert Buchmann, que apresentaram os motivos do convite.

“Nosso objetivo nesta reunião é definir o interesse dos órgãos em formalizar uma cooperação, observando os limites de competência de cada um, na formação de umgrupo de trabalho para compartilhamento de informações que atendam às expectativas de todos no combate à lavagem de dinheiro no Estado”, informou Joel Ferreira Neto.

Um oficial de Inteligência da ABIN, membro do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) fez uma breve apresentação do Sistema Brasileiro de Inteligência no Amapá, tema da palestra proferida na tarde de terça-feira (22), que contou com a participação do subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AP, Nicolau Crispino.

Márcio Alves manifestou o interesse da instituição em fazer parte dessa cooperação, destacando que o MP-AP desenvolve um trabalho nesse sentido, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Laboratório Contra a Lavagem de Dinheiro (LAB-LD), e reforçou a necessidade de uma atuação conjunta. “Temos que unir forças porque esse é o único caminho para vencermos essa luta no combate ao crime organizado”, manifestou o PGJ.

Um novo encontro ficou agendado para dar continuidade às discussões sobre as competências de cada instituição na formalização do termo de cooperação técnica para formação do grupo de trabalho para combate à lavagem de dinheiro no Amapá.

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