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No ostracismo, Sarney bate às portas com lista de apadrinhados

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Aposentado da política, mas não do Poder, o ex-senador José Sarney passa por situação vexaminosa para a estirpe dos ex-presidentes da República.

 

De posse de uma lista de nomes, telefona para ministros da Esplanada e para o Palácio do Planalto, solicita audiências e – nas que consegue – pede cargos para afilhados, na condição de cacique do PMDB. São aliados desempregados no Amapá e Maranhão, Estados que já foram seus redutos eleitorais.

De pequenas vagas, com salários de menos de R$ 1 mil, a uma superintendência de um banco estatal no Nordeste, o veterano distribui a lista sem titubear, mas constrange os petistas.

O caso foi tema de rodinha de ministros no Congresso Nacional do PT. Ninguém sabe o que fazer com Sarney. Primeiro, porque ele não tem mais ‘o que entregar’, sem mandato e sem o controle do governo do Maranhão. Segundo, porque todos sabem – e lembram veladamente – que ele votou em Aécio Neves para presidente da República ( TV o flagrou na urna), e não na aliada e vitoriosa presidente Dilma Rousseff.

O ex-senador continua a morar numa ampla casa no Lago Sul em Brasília, que o acolheu por anos; montou escritório na capital e transita por ministérios com as demandas.

 

Do Blog Coluna Esplanada/Leandro Mazzini

Após ameaça de paralisação, governo enfim anuncia pagamento da regência aos professores, mas divide a categoria

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Foram necessários dois movimentos de professores programados para esta quarta-feira, 17, para que o Governo do Estado, enfim, anunciasse quando será paga a regência de classe de 15% aos profissionais que estão em sala de aula. Contudo, a proposta do governador Waldez Góes (PDT) divide a categoria, pois não contempla os professores que fazem parte do ambiente administrativo das escolas.

 

“Esse tal projeto que criou essa nova regência dizia que o pessoal dos ambientes seria contemplado mediante projeto, não dizia que iria passar por avaliação. Nós dos ambientes da Escola Rivanda Nazaré Vasconcelos já há tempos os projetos do Lied, TV Escola e biblioteca, inclusive o do Lied, em anos anteriores foi contemplado com recursos do Pde, agora esse governador muda o discurso e diz que “oportunamente terei definido meu direito a essa gratificação”. Ah, me poupe!! Isso é PILANTRAGEM e enrolação!! Que ódio”, desabafou nas redes sociais a professora Nazaré Aguiar.

Pressionado pela classe, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (Sinsepeap), Aroldo Rabelo, culpou o governo e os representantes da categoria, que não esclareceram que a proposta não contemplava todos os profissionais da educação. Durante a mesa de negociação, o líder sindical estava afastado do cargo por decisão judicial.

Sobre a proposta que dividiu a categoria, a secretária de Educação, Conceição Medeiros, disse que houve discussão e que o acordo foi aprovado em assembleia geral do Sinsepeap. O GEA diz que o pagamento da regência de classe aos profissionais da educação do Estado, no valor do salário-base, será incluído na folha de junho.

O sindicato marcou uma assembleia geral para esta quarta, às 18h30, na quadra do Colégio Amapaense. Na pauta, deliberar a proposta de pagamento apresentada pelo governo.

‘É um cenário de guerra’, constata o deputado Max da AABB após visita ao Hospital da Criança

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Corredores superlotados, crianças dividindo macas, mais de 200 pessoas aguardando atendimento e sobrecarga de trabalho dos profissionais de saúde. Essa foi a situação encontrada pelos deputados que compõem a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Amapá, que, na manhã desta segunda-feira, 15, fizeram uma inspeção no Pronto Atendimento Infantil (PAI) e no Hospital da Criança e Adolescente (HCA).

 

“É uma cena que só se vê em campo de batalha. O povo precisa ser olhado com mais carinho pelas autoridades públicas, principalmente pelo governador Waldez Góes”, comentou o deputado Max da AABB (PSB), que integra a Comissão de Saúde.

hospital 3Como se não bastassem todas essas dificuldades, o Pronto Atendimento Infantil está com sérios problemas estruturais e, para completar, a obra do novo hospital – deixada em mais de 80% construída pelo ex-governador Camilo Capiberibe (PSB) – está parada. “Encontramos até larvas na água do bebedouro da unidade, uma situação deplorável”, sublinhou o parlamentar.

O deputado estadual Dr. Furlan e os demais membros da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa realizaram na segunda-feira uma visita em caráter de emergência no PAI e no HCA.

A Comissão constatou que até medicamentos e correlatos faltam na rede pública de saúde, apesar do decreto do governador Waldez Góes (PDT) declarando Situação de Emergência. “No Hospital de Emergência, cirurgias estão sendo desmarcadas por falta de água para anestesia”, comentou o deputado, se referindo a uma outra visita feita pela Comissão.

“Os Poderes poderiam abrir mão de parte de seus duodécimos para ajudar o Governo do Estado”, sugeriu Max da AABB.

A visita dos deputados ocorreu após denúncia feita pelo promotor André Luiz Araújo sobre as condições que o local enfrenta. “É uma situação que nos deixa muito tristes e preocupados. A gente sabe que saúde é um processo longo, mas precisamos resolver questões pontuais. Medicamentos, correlatos e equipamentos não podem faltar em um hospital”, afirmou o vice-presidente da Comissão, deputado Antônio Furlan.

Crise no comércio amapaense atinge até empresas de secretário do governo Waldez

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Uma das lojas mais tradicionais de Macapá, a Maranata Casa e Construção vai fechar uma de suas filiais e, consequentemente, deverá demitir trabalhadores. A referida empresa pertence ao secretário de Estado da Indústria, Comércio e Mineração, Eliezer Viterbino, que também é presidente da Federação do Comércio do Amapá

 

Segundo informações obtidas pelo Amapá247, o empresário reuniu recentemente seus trabalhadores para comunicar a decisão de fechar uma das lojas. Na ocasião, Viterbino disse ainda que outras empresas no Estado vão adotar a mesma medida e também promoverão demissões.

O empresário assumiu a Seicom no início de fevereiro, afirmando que a classe empresarial estava satisfeita com o diálogo aberto, estabelecido entre o governo e o setor privado. “Hoje o setor comercial e industrial representa 61 mil postos de trabalho no Estado, daí sua extrema importância para a economia do Amapá. Nosso objetivo é destravar, desenvolver e acompanhar a economia estadual”, declarou após a posse.

Pouco depois, em abril, o próprio secretário afirmava durante entrevista que nos últimos 12 meses o Estado havia perdido 2.800 postos de trabalho no comércio. Na ocasião, uma pesquisa do IBGE mostrava que o Amapá teve o segundo pior desempenho no comércio varejista no Brasil, com uma queda nas vendas de 6,7% em fevereiro.

Atualmente, além da empresa do secretário, diversas lojas estão fechando as portas ou demitindo trabalhadores. Além da Maranata, a 2A Importados também reuniu recentemente os funcionários para comunicar demissões. A mesma medida já tinha sido adotada pela Domestilar. As três empresas estão entre as grandes no comércio amapaense.

Com informações do Amapá 247

Movimento dos sem reajuste: médicos e professores dão ultimato a Waldez e ameaçam paralisar atividades

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De uma só vez, o governador Waldez Góes (PDT) recebeu três ultimatos. O primeiro foi do Sindicato dos Médicos do Amapá, que cobra reajuste no salário base e melhores condições de trabalho, onde deu prazo de 72 horas para que o Palácio do Setentrião se manifeste, do contrário a categoria fará uma paralisação marcada para o dia 18.

 

O segundo foi de um grupo independente de professores, que marcou para esta quarta-feira, 17, uma manifestação na Praça da Bandeira com o tema #WaldezPagaaRegencia, cujo prazo para esse pagamento seria o último dia 15.

E o terceiro foi do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (Sinsepeap), que anunciou uma assembleia geral para quarta-feira, 17, às 18h, no Colégio Amapaense, cuja pauta é paralisação por conta do não pagamento da regência e exclusão do benefício de vários trabalhadores.

No caso do Sindicato dos Médicos, a nota informa que, se após a paralisação de 24 horas não houver sinalização positiva do governo de maneira oficial, será agendada uma nova assembleia para deflagrar a grave.

“Há meses estamos tentando solucionar pacificamente/administrativamente esse impasse e não estamos dispostos a esperar mais quatro anos para que o nosso principal objetivo seja alcançado: melhores condições de trabalho para melhor atender a população e um salário base digno. As médicas do Estado não podem ter o direito de ser mãe, aposentar-se ou adoecer, em virtude de não termos um vencimento base decente. Somos sabedores que nos dias de hoje, muitos colegas estão há anos sem usufruir de suas férias, um direito garantido pela constituição federal, devido ao principal poder de barganha dos políticos há décadas: o médico para melhorar sua renda, abdica de seu descanso e de sua vida pessoal e se desdobra dia-a-dia, transformando – se em escravo dos plantões”, diz a nota do sindicato.

Em abril, Amapá teve o quarto pior volume de vendas do país no comércio varejista

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O IBGE divulgou nesta terça-feira (15) que as vendas no varejo caíram 3,5% em abril deste ano na comparação com abril do ano passado; das 27 unidades da Federação, 22 apresentaram variações negativas no volume de vendas, na comparação de abril de 2015 com igual mês do ano anterior (série sem ajuste), com destaque para Goiás (-11,2%); Paraíba (-11,0%); Mato Grosso (-10,5%) e Amapá (-9,2%)

 

Quanto às maiores participações negativas na composição da taxa do varejo, as variações foram: -3,4% em São Paulo; -3,9% no Rio de janeiro; e -2,8% em Minas Gerais.

Para o volume de vendas, na comparação abril de 2015 sobre o mês anterior (com ajuste sazonal), os resultados foram negativos para 20 Estados, ressaltando-se: Roraima (-2,6%); Amapá (-2,5%); Pará (-1,9%); e Bahia (-1,8%). As maiores taxas positivas ocorreram em Amazonas (3,0%) e Rio Grande do Sul (1,0%).

Em relação ao varejo ampliado, 26 Estados registraram resultados negativos, em termos de volume de vendas, na comparação com o mesmo período do ano anterior, destacando-se: Espírito Santo (-22,3%); Goiás (-15,8%); Mato Grosso (-15,7%); e Paraíba (-15,4%). Quanto às maiores participações negativas, as variações foram: -6,3% em São Paulo; -7,8% no Rio de Janeiro; -11,2% no Rio Grande do Sul; e -12,7% em Santa Catarina.

Varejo ampliado

O varejista ampliado, composto do varejo mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, registrou, na relação abril de 2015/abril de 2014, para o volume de vendas, uma variação de -8,5%, taxa acumulada no ano de -6,1% e, em 12 meses, de -4,1%. Esse comportamento ocorre em função do desempenho negativo de veículos, motos, partes e peças, cujo resultado interanual foi de -19,5%, acumulando no ano taxa de -16,0% e, em 12 meses de -12,6%. A redução das vendas no segmento foi decorrente, entre outros fatores, da gradual retirada dos incentivos via redução do IPI, do menor ritmo na oferta de crédito e da restrição orçamentária das famílias, diante da diminuição real da massa de salários.

Material de construção apresentou variação, no volume de vendas, de -5,0% na comparação com abril de 2014. Em relação aos resultados acumulados, as taxas foram de -4,5% no ano e de -2,6% em 12 meses, refletindo as expectativas negativas sobre o quadro macroeconômico.

Do Amapá 247

A pedido do MP-AP, Justiça condena empresa de energia Cachoeira Caldeirão

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O Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP), por meio da Promotoria de Justiça de Porto Grande, ajuizou ação civil pública c/c liminar em desfavor da EDP Energias do Brasil, representada pela empresa de Energia Cachoeira Caldeirão S/A, alegando, em síntese, que a empresa não vem priorizando a mão de obra local, especialmente nas áreas afetadas direta e indiretamente pela construção da usina hidrelétrica, bem como não está realizando a contratação da referida mão de obra utilizando-se do SIMES de Porto Grande e Ferreira Gomes, conforme consta nas condicionantes para expedição de licenças ambientais pertinentes.

 

“O Objeto da ação é forçar que a empresa cumpra o que constou nas condicionantes para a expedição das licenças, bem como seu plano básico ambiental”, declarou a promotora de Justiça de Porto Grande, Fábia Nilci. Ao final, O Ministério Público requereu: a intimação do Imap e do Estado do Amapá para que se manifestassem interesse na causa, o reconhecimento de danos morais e materiais à comunidade de Porto Grande, e que o valor do descumprimento fosse destinado ao fundo estadual de defesa dos direitos difusos (Lei 7347/85).

Em audiência de instrução, o Estado do Amapá e o Imapnão manifestaram interesse na causa.

A Justiça do Estado do Amapá, por meio da Vara única de Porto Grande, condenou a empresa Cachoeira Caldeirão S/A em obrigação de fazer consistente na contratação em percentual de 70% dos trabalhadores ativos, apresentando relatórios trimestrais que contemplem as admissões e demissões de mão de obra, para fins de verificação do percentual, até a entrega efetiva da obra, fixando o prazo de 30 dias, sob pena de multa de R$ 10 milhões por dia de atraso, além de ter condenado a empresa ao pagamento de R$ 1 milhão, a título de indenização por danos morais.

“É inegável que a frustração das expectativas da sociedade portograndense, pelo não cumprimento da referida condicionante, trouxe aos munícipes que aqui já residiam a sensação de impotência, de terem sido enganados e humilhados, como se não fossem capazes ou fossem inferiores aos trabalhadores de outras unidades federadas”, ressaltou o juiz, Julle Anderson de Souza Mota.

Com informações da Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá

Rejeição do governador Waldez Góes é de 76%, revela pesquisa de instituto nacional

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O Instituto GPP, com sede no Rio de Janeiro, realizou recente pesquisa de opinião pública no Estado do Amapá onde atestou uma rejeição do governador Waldez Góes (PDT) de 76%. A pesquisa foi divulgada nas redes sociais pelo jornalista Paulo Silva.

 

No mês passado, o analista político Rodolfo Juarez divulgou outra pesquisa de satisfação popular, onde a rejeição do atual governador chegava a 74%. Na época, as decisões equivocadas tomadas por Waldez, como o aumento do próprio salário, paralisação de mais de 50 obras, sucateamento do atendimento da saúde, desemprego, crise no comércio, aumento da violência e a falta de diálogo e reajustes dos servidores seriam as principais razões apontadas pelo referido analista para a estratosférica rejeição em poucos meses de mandato.

Até o momento, a única obra inaugurada pelo atual governador foi a reforma do prédio da representação do Amapá em Brasília, a pedido do secretário Gilvam Borges. Na estrutura, foi reservada uma sala para o ex-senador José Sarney (PMDB), com direito à logística paga através de recursos do Governo do Amapá.

A pesquisa feita pela GPP sai em meio a uma matéria exibida nesta segunda-feira, 15, pelo “Jornal Hoje”, da Rede Globo, a qual mostrou o caos no Pronto Atendimento Infantil (PAI), e o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para que o governador Waldez retome as obras do Hospital da Criança e do Adolescente (HCA) – que foram paralisadas desde o início deste ano -, além de chamar os candidatos classificados do concurso público da saúde de 2012.

O governador pedetista, que pregou na campanha que ia governar do lado povo, segundo os analistas políticos, anda sumido por conta dos altos índices de rejeição. Tanto Waldez quanto a sua assessoria de imprensa não comentaram o resultado da pesquisa que circulou nas redes sociais.

GEA não renova contrato e empresa diz que vai suspender a entrega de materiais para cirurgias ortopédicas

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Na manhã desta segunda-feira, 15, a empresa Síntese, responsável pelo fornecimento de órteses, próteses e materiais especiais – OPME que garantem a realização de cirurgias ortopédicas, protocolou documento junto à Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) suspendendo a entrega dos produtos.

 

received_10153415376101133De acordo com a empresa, o contrato expirou no dia 26 de maio e não foi formalizado qualquer documento pelo Governo do Estado no sentido de renovar a prestação do serviço.

No entanto, a fornecedora dos equipamentos estipulou prazo de 72 horas para que o secretário da Sesa, Pedro Leite, se posicione sobre a questão. Para que não haja prejuízos aos pacientes, a Síntese vai continuar entregando materiais nesse prazo no Hospital de Clínicas Alberto Lima e no Hospital de Emergência, nos casos de urgência/emergência.

Nos bastidores da Sesa, a informação que circula é de que o governo não renovou o contrato com a empresa para que o serviço, que hoje é feito na rede pública, seja transferido através de convênio à rede privada. O governo, contudo, ainda não se posicionou a respeito do assunto.

Mesmo com alto índice de criminalidade, Ciosp do Pacoval fica quase 24 horas sem delegado plantonista

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Pelo menos três flagrantes deixaram de ser registrados no Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do Pacoval – único em funcionamento em Macapá – entre às 12h de domingo, 14, e às 8h desta segunda-feira, 15. Motivo: não havia delegado plantonista.

 

A informação foi divulgada pelo radialista João Bolero Neto, através do seu programa diário na Rádio Marco Zero FM (99,1 FM). Segundo ele, a delegada Elza Nogueira teria fica até o meio-dia de domingo quando finalizou seu plantão sem que nenhum outro delegado a substituísse.

Os presos foram apresentados pela Polícia Militar aos agentes de plantão, que só puderam dar encaminhamento aos procedimentos do flagrante na manhã desta segunda.

De acordo com informações, essa não é a primeira que isso ocorre. O delegado Ícaro Malveira já teria feito uma virada de plantão por falta de alguém para substituí-lo.

Improvisação

No Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes) o sistema computadorizado não está funcionando e o trabalho é feito da seguinte forma: o atendente recebe uma ocorrência e transmite por meio de bilhetes ao setor demandado. Com a inoperância do sistema, também não é possível fazer estatística de criminalidade.

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