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Estudantes do Bailique denunciam o abandono da Escola Bosque e de comunidades do arquipélago

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Cansados de conviver com o descaso, estudantes do Arquipélago do Bailique viajaram 12 horas de barco até Macapá para denunciar ao Ministério Público do Estado as condições de abandono da Escola Bosque e também das comunidades da região; eles relatam a falta de professores, falta de energia, falta de água e internet na Escola Bosque; atualmente, a instituição enfrenta a carência de 13 professores divididos em disciplinas como línguas, arte e sociologia, além de professor no ensino fundamental.

 

Cansados de conviver com o descaso, estudantes do Arquipélago do Bailique viajaram 12 horas de barco até Macapá para denunciar ao Ministério Público do Estado as condições de abandono da Escola Bosque e também das comunidades da região por parte do governo pedetista de Waldez Góes.

bailiqueNa denúncia feita à Promotoria de Justiça da Defesa da Educação da Comarca de Macapá, a qual o Amapá 247 teve acesso, os estudantes relatam a fata de professores, falta de energia, falta de água e internet na Escola Bosque, assim como as péssimas condições da infraestrutura. Atualmente, a instituição enfrenta a carência de 13 professores divididos em disciplinas como línguas, arte e sociologia, além de professor no ensino fundamental.

Os alunos apontam ainda a falta de energia elétrica na referida escola, que, até recentemente, possuía um gerador próprio, porém, segundo a denúncia, o equipamento foi transferido pelo governo para outra comunidade.

Além da falta de energia, a comunidade enfrenta também problemas com o fornecimento de água por parte da Companhia de Água e Esgoto do Amapá. O produto, de acordo com os estudantes, é de péssima qualidade e coloca em risco a saúde de quem precisa consumir.

A comunidade, por meio dos estudantes, pede ao Ministério Público a adoção de medidas junto à Secretaria de Estado da Educação e demais órgãos do Governo do Amapá no sentido de resolver os problemas apontados.

Inaugurada em 1998, a Escola Bosque foi referência no ensino na região, ganhou prêmios e foi destaque em veículos de comunicação de alcance nacional. Seu projeto pedagógico foi concebido pelo educador Mariano Klautau e o projeto arquitetônico é de sua mulher, Dula Lima, levando em conta a concepção espacial das aldeias Wajãpi.

Entre 2003 e 2010, a escola sofreu abandono por parte do Estado, mas conseguiu sobreviver à crise graças à mobilização dos moradores do arquipélago. No momento, a comunidade volta a enfrentar os mesmos problemas e novamente pede apoio para ter direito à educação.

Com informações do Amapá 247

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