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BNDES libera R$ 260 mi ao governo Waldez, mas obras que estavam em andamento no governo Camilo continuam paradas

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Maternidade da Zona Norte, Hospital da Criança e do Adolescente, Hospital de Santana, Unidades de Pronto Atendimento da Zona Sul de Macapá e do município de Laranjal do Jari, Centro de Regulação do Samu, Rodovia Norte/Sul, Rodovia AP 070, que liga os municípios de Cutias e Itaubal, são algumas obras que estavam em andamento ou em fase de conclusão até o final da gestão do ex-governador Camilo Capiberibe (PSB) e, no entanto, continuam paralisadas, mesmo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já tendo liberado R$ 260 milhões para o Governo do Amapá.

 

A primeira parcela – em torno de R$ 130 milhões – caiu na conta do GEA no dia 23 de julho, após articulação dos senadores João Capiberibe (PSB), Randolfe Rodrigues (PSOL) e Davi Alcolumbre (DEM). Semana passada, o BNDES liberou mais R$ 130 milhões para o Estado. “Dinheiro que foi articulado e deixado tudo encaminhado pela gestão do ex-governador Camilo, ficando apenas para atual gestão dar continuidade e concluir as obras de infraestrutura, que somam em torno de R$ 1 bilhão de investimentos”, informou o ex-secretário de Governadoria, Juliano Del Castilo Silva.

Desse montante, a gestão anterior recebeu mais de R$ 400 milhões do BNDES e aplicou em áreas estratégicas. Entre elas, iniciou e concluiu a pavimentação das rodovias de acesso aos municípios de Amapá, Pracuúba, além do asfaltamento da Rodovia AP-070, que atende as comunidades rurais de Macapá, como São Joaquim do Pacuí. A gestão de Camilo também deixou em construção as obras da ponte do Rio Matapi e começou o trabalho para o asfaltamento da rodovia entre Mazagão Novo e Mazagão Velho.

Ainda foram feitos investimentos estratégicos na mobilidade urbana da Região Metropolitana de Macapá, como a construção de duas etapas da Rodovia Norte/Sul, além da construção da Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte, a Maternidade da Zona Norte e ampliação do Hospital da Criança e do Adolescente, Hospital de Clínicas Alberto Lima, Hospital de Santana e construção de várias escolas. Parte dessas obras está com mais de 80% já executadas.

O ex-secretário de Governadoria explicou que o cenário atual é bem diferente do encontrado no início da gestão de Camilo. “Em 2010, o governo de Waldez pediu ao BNDES recursos pelo PEF II, na ordem de R$ 204 milhões, para subsidiar projetos em diversas áreas, porém, só conseguiu utilizar R$ 15 milhões desse total. Mesmo assim, não prestou contas dos gastos, cabendo à administração do ex-governador Camilo Capiberibe sanear as dívidas herdadas”, lembrou.

Conforme Del Castilo, a partir de 2011, o GEA teve de fazer contingência orçamentária para ‘arrumar a casa’ a fim de sanear as dívidas, prestando contas e/ou devolvendo recursos, uma vez que o governo focava seus objetivos visando ao desenvolvimento. “Saneada boa parte das dívidas, conseguimos acessar recursos que estavam disponíveis ao Estado e, com isso, viabilizar a execução de diversas obras públicas”, pontuou.

Os empresários que estão com as obras paralisadas dizem que o atual governo não os chama e nem dá previsão de pagamento, mesmo os recursos do BNDES estando em caixa, com o que o ex-governador Camilo, em recente inserção do PSB na TV, concorda. “Deixamos obras no Estado inteiro, mas elas estão todas paradas. Por isso, o desemprego cresceu e o dinheiro parou de circular. O PSB foi honesto com você. E vai à luta para que esse trabalho tenha continuidade”, cobrou.

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