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Mesmo depois do anúncio de cortes, custo da folha do GEA continua aumentando e ultrapassa R$ 170 milhões

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Na teoria até que foi bem aceito o anúncio feito pelo governador Waldez Góes (PDT) para a redução de gastos a fim de equilibrar as contas públicas. Mas, na prática, não é o que vem acontecendo.

 

De acordo com dados do Portal da Transparência, em outubro a folha de pagamento com pessoal custou R$ 169.098.194,21. Em novembro, fechou em R$ 170.156.436,18, um aumento de R$ 1,6 milhão.

Segundo analistas, essa decisão do governador de inchar a folha com nomeações, principalmente de cabos eleitorais, tem influência imediata em outros setores essenciais como educação, saúde e segurança, que ficam prejudicados pela falta de dinheiro.

Há vários meses as escolas da rede estadual estão liberando os estudantes mais cedo por falta de merenda. Nos hospitais, materiais e medicamentos básicos estão em falta. No Corpo de Bombeiros, por exemplo, na semana passada o fornecedor tinha suspendido a entrega de combustível por falta de pagamento.

“Os diretamente prejudicados, a população, ficaram esperando pelos resultados que não apareceram, a não ser os entreveros e as brigas entre pessoas e entre representantes de importantes Poderes do Estado”, escreveu recentemente o economista Rodolfo Juarez em sua página no facebook sobre o modelo de contingenciamento de recursos adotados pelo governo Waldez nesses primeiros onze meses de gestão.

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