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Júlio Miranda, investigado na ‘Mãos Limpas’, é visto na manhã desta segunda-feira numa sala da Justiça Federal

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Ainda não se sabe ao certo o assunto, mas o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado, Júlio Miranda, um dos investigados na Operação “Mãos Limpas”, foi visto na manhã desta segunda-feira, 29, numa sala da Justiça Federal do Amapá.

 

justica 2O conselheiro está entre as autoridades que foram intimadas pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha, para ser ouvido na Justiça Federal do Amapá pelo juiz Márcio Flávio Mafra Leal.

As oitivas ficaram marcadas da seguinte maneira: no dia 1º de março de 2016, às 15h, na seção Judiciária de Macapá, serão ouvidos os desembargadores Agostinho Silvério, Gilberto Pinheiro, Carmo Antônio de Souza e o procurador Jair Quintas.

No dia 2 de março de 2016, às 9h30, serão ouvidos o desembargador aposentado Luiz Carlos Gomes, o conselheiro José Júlio de Miranda, o deputado estadual Moisés Souza e os juízes Antônio Collares, Carlos Canezin e Marco Antônio Miranda da Encarnação.

No mesmo dia, às 15h, serão ouvidos José Antônio Nogueira de Souza, ex-prefeito de Santana, Nelci Vasques e o conselheiro Amiraldo Favacho.

O despacho do ministro diz que o inquérito tem por objetivo investigar a existência de possível associação criminosa com núcleo sediado no Tribunal de Justiça e no Ministério Público Estadual, “onde já, desde longa data, se estaria praticando, em tese, corrupção, prevaricação e outros crimes contra a administração e a paz pública”.

Segundo o ministro, “com efeito, membros do Tribunal e do Ministério Público estariam exarando decisões judiciais, votos em colegiado e pareceres, no caso da Procuradoria de Justiça, para beneficiar membros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Assembleia Legislativa do Amapá (AL/AP) entre outras entidades públicas e privadas. Em troca, haveria listas de pessoas empregadas nestes órgãos e troca de favores mútuos e em benefício próprio”.

Noronha informa que foi aberto o inquérito número 1.077, que, “ao que tudo indica, é um consectário da possível associação ainda ativa”.

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