Após reajuste de R$ 6 mil no salário, secretário diz que discussão com servidor não envolve apenas remuneração

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O secretário de Planejamento do Estado, Antônio Teles Júnior, em entrevista ao programa radiofônico “Café Com Notícia”, na tarde desta segunda-feira, 23, disse ao ser indagado sobre as negociações com os servidores que as discussões em torno da campanha salarial não se resumem à remuneração.

 

No entanto, uma das primeiras medidas do governador Waldez Góes (PDT) foi aumentar o seu próprio salário e de seus secretários. O chefe do Poder Executivo teve o subsídio elevado de R$ 24.117,62 para R$ 30.471,10, o que representa um reajuste de R$ 6.356,48. Ao ano, o governador vai ganhar R$ 76.272,00 a mais que seu antecessor.

O maior reajuste foi fixado para o cargo de vice-governador, ocupado por Papaléo Paes, do PP. Ele vai receber R$ 28.310,00. O valor é R$ 10.221,79 maior que o último pagamento feito ao cargo, em dezembro de 2014, fixado em R$ 18.088,21. O aumento representa uma despesa a mais de R$ 122.652,00 ao ano.

Os secretários de governo e diretores de autarquias, que tinham remunerações de R$ 8.982,00 e R$ 6.000,00, respectivamente, passam a ganhar R$ 14.900,00 ao mês. O aumento também atinge a chefia de gabinete do governador amapaense.

Falta de diálogo

Faltando uma semana para o anúncio da data-base, o Governo do Estado ainda não sentou à mesa de negociações para discutir sobre o reajuste salarial com os representantes dos servidores.

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