Em resposta ao parcelamento de salários e melhores condições de trabalho, servidores da Fcria deflagram greve

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Desde a última quinta-feira, 7, os servidores da Fundação da Criança e do Adolescente (Fcria) estão em greve. Os trabalhadores reivindicam melhores condições de trabalho e reajuste salarial.

 

“O governador Waldez não deu aumento da data-base ano passado e este ano também. Para piorar, ainda parcelou os nossos salários e estão estudando a possibilidade de congelar os vencimentos”, disse o educador social Wagner Lins.

Eles dizem que há um ano os prédios do Centro de Educação Socioeducativa de Internação (Cesein) e Centro de Internação Provisória (CIP) estão sem empresa de serviços gerais para realização de limpeza nas referidas unidades. “Queremos as saídas da diretora da Fcria, Albanize Colares, e da pedagoga da Secretaria de Educação, Maria Luceni. É a pior gestão da Fcria”, disparou o educador.

Segundo o movimento grevista, foi feita denúncia no Ministério Público Estadual informando falta de materiais de limpeza nessas unidades, gasolina para carros e até papel A4. “Os pais dos adolescentes são obrigados a levar creme dental, escovas de dentes e outros materiais de higiene que, antes dessa gestão, sempre foram fornecidos pela Fcria”, denunciaram, ao informar que os donos dos prédios alugados onde funcionam o Núcleo de Medida Socioeducativa de Semiliberdade e o Abrigo Casa Lar Ciã Katuá estão pedindo de volta por falta de pagamentos.

O governo não se posicionou sobre as denúncias do movimento grevista e tenta na Justiça uma liminar para suspender a greve.

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