} })(); window._fbq = window._fbq || []; window._fbq.push(['track', '6029630809151', {'value':'0.00','currency':'BRL'}]);

Descontrole financeiro: Waldez completa um ano de salários parcelados e relatório diz que Amapá sairá da crise só em 2025

0

O fim do parcelamento de salários dos servidores públicos estaduais, que já completa um ano, parece está difícil de chegar ao fim. Relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado Federal, divulgado nesta quinta-feira, 09, aponta que os Estados do Rio de Janeiro e Amapá, só sairão da crise no ano de 2025.

 

Em entrevista ao canal Globo News, o professor da PUC, Luiz Roberto Cunha, diz que apesar da crise anunciada pelos governos, o déficit do Amapá é pequeno comparado com o do Rio de Janeiro. Mas, o economista diz que, no caso do Amapá, os gastos com pessoal e a falta de investimentos são os principais problemas.

Inchaço da folha

De acordo com dados do Portal da Transparência do Governo do Amapá, a folha de pagamento de pessoal, na gestão do governador Waldez Góes (PDT), saltou em 2016 para R$ 171.223.006,51. No mesmo período de 2014, o custo era de R$ R$ 151.399.734,20. Ou seja, os gastos saltaram mais de R$ 20 milhões por mês. No ano foram mais de R$ 260 milhões.

Falta de investimentos

Ainda segundo dados do Portal da Transparência, em 2014, o último ano da gestão do ex-governador Camilo Capiberibe (PSB), a Secretaria de Estado da Infraestrutura (SEINF) investiu R$ 351.285.604,62. Em 2016, no segundo ano, da terceira gestão de Waldez Góes (PDT), os investimentos somaram R$ 52.624.486,59. Diferença que chegou, aproximadamente, em torno de R$ 300 milhões e que deixaram de fomentar a economia.

Segundo Juliano Del Castilo, ex-secretário de planejamento do Estado, o inchaço da folha de pagamento é uma das explicações para o descontrole financeiro do Governo do Amapá.

“Como explicar tamanho descompasso? O crescimento acelerado da folha de pagamento do estado é uma das razões para isso: um inchaço na ordem de cerca de R$ 260 milhões/ano se comparada com 2014. É bom ressaltar que esse aumento não se deu por reajuste no salário-base dos 30 mil servidores que já amargam perdas inflacionárias de 23,37% na atual gestão, esse crescimento atende apenas as necessidades de governabilidade irresponsável de Waldez”, finaliza Castilo.

Outro lado

O secretário de Estado do Planejamento Orçamentário e Tesouro, Antônio Teles, ficou de divulgar, através de coletiva de imprensa, as medidas fiscais adotadas pelo Amapá.

Leave A Reply