Liberdade ao Rock na escadaria do Teatro das Bacabeiras, nesta quarta (19) e quinta-feira (20)

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13 de julho – quinta-feira que passou – foi o Dia Mundial do Rock. Em Macapá a data foi celebrada em evento realizado na Praça da Bandeira com mais de quatro mil jovens que assistiram a apresentação de 14 bandas undergrounds da cena do rock local se revezando em dois palcos. Uma realização dos produtores culturais Eddie Martins e Bio Vilhena. 

 

Agora é a vez da iniciativa cultural Liberdade ao Rock, que fará programação comemorativa nos dias 19 e 20 – nesta quarta e quinta-feira –, cujo palco será a escadaria do Teatro das Bacabeiras.

São 22 bandas do Amapá que farão o Liberdade ao Rock nos dois dias.

“Uma verdadeira overdose explosiva de rock que Macapá vai viver na escadaria do Teatro das Bacabeiras”, garante Diego Meireles, um dos principais organizadores do evento.

O movimento underground de metal e alternativo cresceu muito no Amapá nos últimos anos, graças a iniciativas como o Liberdade ao Rock que organiza este evento. A iniciativa que tem por fim a união da classe roqueira de promover eventos que dão suporte ou oportunidade à bandas que são discriminadas, sobretudo pelas organizações institucionais. Como o próprio nome diz: “Liberdade ao Rock”. E eles – os que formam o coletivo alternativo – fazem valer o movimento ao pé da letra. E é o que vai acontecer na escadaria do Teatro das Bacabeiras – hoje com nova direção e aberta às parcerias – a partir das 17h, tendo desta vez apoio da Secult.

Bandas como Sislop, Nova Ordem, Vapor Barato, Os Arranjadores, Arma de Fogo e Brutal Tormentos [veja relação completa das bandas no card], entre outras, inclusive que se apresentaram na Praça da Bandeira no Dia Mundial do Rock. O evento vai contar ainda com a intervenção urbana “Nós Vamos Invadir Sua Praia”, do movimento cultural Desclassificáveis.

“Permanecer em casa ou ficar perambulando na noite por aí feito sonâmbulo pelas praças sem o mínimo de segurança ou anjo da guarda, pra quê?”, provoca a jovem Loló Joplin, seguidora e fã do movimento das bandas autorais amapaenses. Como na canção tropicalista de Os Dias Eram Assim: “Atenção, tudo é perigoso / Tudo é divino maravilhoso / Atenção para o refrão: / É preciso estar atento e forte…”.

“Vambora, galera, que o Liberdade ao Rock não tem dono ou é de todo mundo!”, finaliza a baby Loló Joplin.

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