Moradores do Morada das Palmeiras usam gestão compartilhada para resolver falta de água no conjunto

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O uso das novas tecnologias e das redes sociais para resolver problemas urbanos é cada vez mais comum entre a população. Nesta semana, por exemplo, o morador do conjunto Morada das Palmeiras, João Barreto, postou: “Oi boa tarde. Tendo em vista que a cinco dias sem água gostaríamos de saber se tem alguma previsão de voltar a ter água para o bairro”.

 

No Morada das Palmeiras os moradores se reúnem num grupo de WhatsApp para socializar as informações sobre uma emenda do senador João Capiberibe (PSB) que prevê asfaltamento da via principal do bairro. Para isso, o parlamentar criou uma metodologia chamada de Gestão Compartilhada.

No entanto, além do acompanhamento da obra em si, eles também estão usando o grupo para reivindicar a falta de água no bairro e acompanhar a execução dos serviços da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa).

Para responder o questionamento de Barreto, Eliando Cantuária, também morado do conjunto, pegou informações em outro grupo e comentou: “Abastecimento de água. A Caesa acabou de confirmar a instalação da bomba às 15h de hoje. Solicitamos a presença de voluntários para ajudar. Os moradores Andrei, Edson e Moisés estarão coordenando os trabalhos e acompanhando o trabalho da Caesa”.

O senador João Capiberibe, que também faz parte do grupo, disse que a ideia o Gestão Compartilhada é justamente promover este tipo de debate e principalmente tornar o cidadão um agente fiscalizador. No caso do Morada das Palmeiras, um agente com participação direta que se coloca à disposição do Estado para ajudar a solucionar o problema.

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