Após CGU constar que quase 80% da verba destinada à merenda era desviada, governo Waldez lança Cartão Escola

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A afirmação de que entre 2015 e 2016 quase 80% do total das verbas federais pagas para o fornecimento da merenda escolar no Amapá foram desviados é da Controladoria Geral da União (CGU). E o resultado disso foi a operação da Polícia Federal, deflagrada em outubro do ano passado, denominada “Senhores da Fome”.

 

E para evitar que isso se repita em 2018, a exemplo do que ocorreu em 2010 quando uma operação – por coincidência era ligada à área da educação e que resultou até mesmo na prisão do governador Waldez Góes (PDT) – o próprio governador lançou nesta segunda-feira, 19, o Cartão Escola. A medida é para reforçar o controle e a transparência na administração dos recursos da educação.

De acordo com o governo, no dia 10 de cada mês, o Cartão Escola terá saldo disponível para compras e serviços necessários ao funcionamento da unidade. O recurso a ser creditado será calculado com base no censo escolar, ou seja, por quantidade de alunos. O valor é exatamente igual ao que seria creditado em conta corrente. Só que, agora, por cartão magnético.

No que se refere a operação Senhores da Fome, empresários, servidores públicos e até mesmo a ex-secretária de Educação, Conceição Medeiros, estão respondendo processo por desvio de recursos públicos da merenda escolar.

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