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Amapá é o terceiro estado brasileiro que menos investiu em segurança nos últimos três anos

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Segundo reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo, de 2015 a 2017, 11 estados fizeram cortes no Orçamento na área da segurança. O Amapá foi o terceiro estado do Brasil que menos investiu no setor. Como consequência, o Estado apareceu como o 5º mais violento do País, segundo o anuário da segurança pública divulgado no final de 2017.

 

dados 1De acordo com a reportagem, o estado governado por Waldez Góes (PDT) teve uma queda nos investimentos de 9,2%.

Para se ter uma ideia, os recursos destinados pelo governador e deputados para manutenção da Polícia Militar, hoje é menos do que era em 2002, no último ano da gestão do ex-governador João Capiberibe (PSB) onde naquele ano a PM gastou R$ 4.940.509,87. Quinze anos depois, ou seja, em 2017, os gastos despencaram para R$ 3.586.339,26.

A falta de investimentos, por exemplo, levou no início do ano o Ministério Público Estadual ajuizar uma ação civil pública, a fim de evitar a paralisação das atividades da PM no município de Laranjal do Jari, após a Polícia Militar do município pedir à Promotoria de Justiça um veículo “emprestado” para promover a segurança em festejos religiosos na Comunidade Jarilândia.

dados 2Considerando um pedido inusitado, o MP-AP realizou diligências no Batalhão, quando constatou que o 11º BPM contava com apenas uma viatura para realizar o policiamento ostensivo em toda a cidade, que possui 47 mil habitantes, 24 horas por dia, todos os dias da semana. Descobriu-se ainda que problemas no fornecimento de combustível poderiam causar a iminente paralisação dessa única viatura disponível.

Observou o titular da Promotoria de Laranjal do Jari, promotor de Justiça Rodrigo Assis, que “a precariedade do serviço de segurança pública franqueado pelo Estado é notória, observando-se o sucateamento dos automóveis, a ausência de adequado sistema de abastecimento das mesmas, a enorme defasagem no quadro de pessoal, as carências estruturais na sede do Batalhão, dentre outros problemas”.

Desativação da Polícia Comunitária

Outro fator que pode está contribuindo com a onda de violência foi a desativação das Unidades de Policiamento Comunitário (UPCs). No período de 1995 a 2002, na gestão do então governador João Capiberibe (PSB) foi implantado no Amapá a Polícia Interativa. Nesse período, bairros como Cidade Nova, Perpétuo Socorro e Araxá, tiveram uma redução drástica nas ocorrências de violência. O modelo deu tanto certo que ganhou prêmio internacional. No entanto, quando o governador Waldez Góes (PDT), assumiu o governo em 2003, essa política de segurança acabou.

Em 2011, quando assumiu o ex-governador Camilo Capiberibe (PSB) o policiamento comunitário foi novamente implantado com Bases nos bairros do Araxá, Brasil Novo, Novo Horizonte, Macapaba, em Macapá, no Igarapé Fortaleza e Ambrósio, em Santana, e no bairro das Malvinas, em Laranjal do Jari. No entanto, quando o governador Waldez Góes (PDT) assume a partir de 2015, essas unidades foram desativadas ou estão funcionando precariamente.

Na imprensa, o secretário Ericláudio Alencar tem dito, que a segurança está sob controle.

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