Waldez cria mais 12 cargos na Jucap e pelo quarto ano consecutivo reajuste dos servidores públicos ainda é incógnita

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Ainda sem data para acabar com o parcelamento do salário do funcionalismo público ou conceder reajuste aos mesmos, o governador Waldez Góes (PDT) conseguiu aprovar nesta terça-feira, 13, na Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei 001/18, que dispõe sobre a organização da Junta Comercial do Estado do Amapá (Jucap) criando 12 novos cargos.

 

O projeto de lei deu entrada no dia 28 de fevereiro deste ano e dia 7 de março foi enviado para Comissão de Constituição, Justiça, Redação e Cidadania (CCJ), onde recebeu parecer favorável da deputada Janete Tavares (PSC). Na segunda-feira, 12, ele foi encaminhado para Comissão de Orçamento e Finanças (COF), bem como para Comissão de Administração Pública, cujos deputados Max da AABB (SD) e Luciana Gurgel (PMB), respectivamente, deram parecer favorável.

Tudo tramitou em regime de urgência, cujo prazo regimental é de cinco dias para emissão do parecer. Apesar das justificativas, quem estava no plenário da Assembleia criticou o projeto e principalmente a atitude dos deputados em aprová-lo. “Se está em crise porque criar mais cargos, quando o certo seria reduzir os mesmos”, questionou o deputado estadual Paulo Lemos (PSOL).

Mal exemplo

O governador Waldez, nos últimos três anos, só concedeu aumento a si próprio, além de não conceder reajuste ao funcionalismo público ainda parcelou os seus salários. No entanto, não fez nenhum tipo de economia na verba destinada ao seu gabinete. Segundo o Portal da Transparência, ele aumentou as despesas que saltaram de R$ 2.071.822,36, em 2015, para R$ 4.104.226,62, em 2017. Um aumento de R$ 2 milhões.

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