Sem apoio do governo, moradores do Morada das Palmeiras fazem limpeza da área da Caesa por conta própria

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O grupo de WhatsApp Moradas das Palmeiras a princípio foi criado para acompanhar as obras de pavimentação da Avenida das Oliveiras, cujo recurso foi resultado de emenda do senador João Capiberibe, mas experiência da Gestão Compartilhada deu tão certo que, após entrega da avenida, o grupo resolveu se articular para fazer a limpeza de um terreno pertencente ao estado, já que estavam cansados de esperar pela ação do governo.

 

Eles, por meio do aplicativo, deram início a uma coleta para arrecadar R$ 300 para poder executar a limpeza do terreno da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa), onde está instalado o poço que abastece o bairro, que estava cercado pelo mato. No final, até quem ia fazer a capina, que também é morador do bairro, deu sua contribuição baixando o preço para R$ 200.

A presidente da Associação dos Moradores do Bairro Moradas das Palmeiras, Andreia Tolentino, explicou que levou a ideia para alguns moradores por meio do grupo. “Através do WhatsApp foi possível essa comunicação rápida”, comentou Tolentino.

E como a proposta da Gestão Compartilhada é fiscalizar recursos e cobrar sua execução, foi postado no grupo o valor doador por cada morador e no final as notas de pagamento e as fotos do serviço executado. “A limpeza foi necessária porque constantemente temos que entrar no terreno e o mato era perigo para todos. Fizemos a prestação de contas como manda a proposta”, argumentou a Andreia Tolentino.

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