Waldez volta a favorecer delegados em detrimento aos policiais civis e Sinpol chama Assembleia Geral

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Assim como foi nos dois primeiros mandatos do governador Waldez Góes (PDT), os delegados de Polícia Civil do Amapá voltam a ser beneficiados em detrimento aos agentes e escrivães da Polícia Civil. O Chefe do Poder Executivo garantiu aos delegados uma compensação salarial pelas atividades administrativas, executivas e jurídica, intitulado Auxílio Indenizatório de Atividade Jurídica (AIAJ), com benefício que será pago no valor de 20% do salário-básico.

 

De 2003 a 2010, Waldez já havia beneficiado a categoria dos delegados, quando deixou uma defasagem equiparado dos delegados com os policiais civis em cerca de 70%. Detalhe: a deputada Marília Góes (PDT), que é delegada de polícia, é esposa do governador.

No portal do governo do Estado, Waldez justificou: “A Segurança Pública é uma área de administração pública e que tem no delegado o seu norte gerencial. Portanto, nada mais justo que esses profissionais sejam compensados pelas atividades de gestão administrativa que eles exercem”, disse Waldez.

Durante a gestão do ex-governador Camilo Capiberibe (PDT), os policiais civis tiveram uma reposição salarial de 36%. Nos três primeiros anos da terceira gestão de Waldez, a categoria não teve nenhum reajuste e amarga 26% de perdas. “Não nos restou mais nenhuma saída. Estamos chamando assembleia geral para o próximo sábado, a partir das 08h30 da manhã, na sede do sindicato quando vamos deliberar indicativo de greve”, informou ao programa radiofônico Ponto da Pauta, a presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Amapá (Sinpol/AP), Narcisa Ardasse Monteiro.

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