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Waldez impõe racha na Polícia Militar, denuncia presidente da Aspometerfa

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O Presidente da Associação dos Policiais Militares dos ex-Território Federal do Amapá (Aspometerfa), coronel Ailton Silva, usou as redes sociais para denunciar que a política salarial adotada pelo governador Waldez Góes (PDT), que seria “baseada na retirada de direitos dos militares iria dividir a nossa tropa, fazendo que cada companheiro que perdeu poder aquisitivo, acreditasse que um outro que tivesse obtido um pequeno ganho fosse o culpado da perda do outro”.

 

“Nessa teoria macabra de incorporar os direitos, houve perdas para contribuições previdenciárias e tributação de impostos, ao certo a maior parte da instituição perdeu, e as perdas mais elevadas irão atingir os companheiros do interior, os companheiros das unidades operacionais e os companheiros da gestão”, diz o comunicado do presidente da Aspometerfa, coronel Ailton Santos.

“Diante da grande repercussão negativa da retirada de direitos e das perdas salariais consequentes das tributações em valores antes não tributáveis, o governo decidiu implantar novas gratificações, com valores menores e beneficiando apenas poucas unidades e o pior o governo desconsiderou a questão da gestão da PM e BM, criando uma grande divisão entre comandantes e comandados, hoje os praças acreditam que tiveram valores tirados deles e repassado aos oficiais e os oficiais em especial os comandantes de tropa e diretores, acreditam que perderam suas gratificações de serviço extra de prontidão necessitaria a gestão, para que houvesse aumento na base salarial dos seus comandados”, analisa a nota.

O presidente Ailton Santos finaliza afirmando que a “divisão” da PM pode ter consequências negativas para a sociedade. “Nossa certeza é que todos perderam e a divisão que agora existe entre comando e comandados irá ter consequências catastróficas para todos os policiais militares e para a sociedade que hoje tem a polícia e o bombeiro que serão controlada a base da força da força, na base do eu mando e você obedece, e o resultado disso já comemos no passado quando oficiais não existia sentimento de respeito e amizade entre oficiais e praças, onde a inimizade era tão aguda que houve diversos casos até de morte entre companheiros”.

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