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Polícia Civil intensifica investigação de golpes aplicados pela internet no Amapá

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Trabalho aponta que o estelionato tem ganhado força nas redes sociais e aplicativos de venda

Núcleo de Operações de Inteligência (NOI), da Polícia Civil do Amapá, intensificou as investigações sobre estelionatos praticados pela internet. Só este ano, foram registradas ao menos 50 ocorrências. As principais vítimas são mulheres. Em um dos casos, os criminosos se passam por médicos e arquitetos bem-sucedidos para seduzi-lás.

De acordo com o delegado Alan Moutinho, aumentou a participação de envolvidos nesse tipo de crime no estado. Segundo ele, na maioria dos casos, os golpistas são de outros estados e até presídios, que acabam fazendo vítimas em várias cidades.

“A gente ver um leque de variedades de golpes. Sendo que teve um recente, que por sinal é uma raridade, que os acusados são daqui do Amapá. Geralmente, a maioria é de pessoas de outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, o que dificulta as investigações”, explicou.

Golpes

No dia 6 de maio, a Polícia Civil prendeu o sétimo suspeito, de 19 anos, de uma quadrilha de estelionatários que usava uma rede social para vender artigos de luxos a preços baixos e enganar clientes, sem fazer a entrega dos produtos.

O jovem, que seria um dos chefes do esquema, estava foragido e se entregou à polícia. De acordo com a investigação, o grupo fez vítimas em 16 estados pelo Brasil. Outro homem também apontado como líder da quadrilha segue foragido.

A operação realizada no dia 3 de maio desarticulou o grupo que usava um perfil no Instagram de venda de produtos caros e de luxo, e já tinham cerca de 30 mil seguidores. Eles comercializavam artigos como telefones, tablets, relógios e tênis, onde anunciavam preços atrativos.

Já em fevereiro de 2017, a polícia descobriu perfis falsos utilizados nas redes sociais do detento José Augusto Miranda dos Santos, que é investigado por extorquir mais de 400 mulheres utilizando fotos íntimas delas obtidas a partir dos contatos pela web.

Além da extorsão, o preso que cumpre pena no Instituto de Administração Penitenciário do Amapá (Iapen) seduzia, ganhava confiança e ameaçava as vítimas para conseguir informações privilegiadas de órgãos públicos.

Também em fevereiro do ano passado, outro caso de estelionato chamou a atenção da população amapaense. Golpistas foram descobertos pela polícia ao oferecer trocas de serviços do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) por dinheiro.

O grupo usava o aplicativo WhatsApp para oferecer, de forma clandestina, serviços como a retirada da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), liberação de veículos apreendidos e exclusão de multas de trânsito.

O delegado Alan Moutinho alerta para que pessoas tomem cuidado em quaqluer tipo de transação financeira com terceiros, seja pela internet ou pessoas desconhecidas. Segundo ele, muitos não chegam nem a denunciar por causa do constrangimento de cair no golpe.

“A polícia alerta para as pessoas prestarem atenção no que estão fazendo e investigarem. Sabemos que não é todo mundo que procura a polícia para registrar boletim de ocorrência ou pedir providências, muitas vezes é por vergonha. Isso gera muito conflito familiar”, finalizou.

Fonte: G1 Amapá

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