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Amapá lidera ranking nacional de desemprego em 2018, aponta IBGE

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A taxa de desocupação no Amapá fechou o 1º trimestre de 2018 em 21,5% como a maior do País, segundo a série histórica divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um crescimento de 2,7 pontos percentuais em relação ao 4º trimestre de 2017 e de 3 pontos em relação ao mesmo trimestre daquele ano. É a mais alta taxa desocupação entre as unidades da Federação.

 

Em segundo lugar aparece a Bahia (17,9%) e em terceiro, Alagoas (17,7%). A menores taxas foram observadas em Santa Catarina (6,5%), Mato Grosso do Sul (8,4%) e Rio Grande do Sul (8,5%).

De acordo com o IBGE, o total de pessoas desocupadas (as pessoas sem trabalho em ocupação que tomaram alguma providência efetiva para consegui-lo no período de referência de 30 dias) aumentou de 68 mil para 79 mil nos 3 primeiros meses de 2018 em relação aos três últimos meses de 2017. Uma variação de 15,1%. Já em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o aumento foi 19,2% (13 mil pessoas).

De acordo com o ex-secretário de Planejamento do Estado, Juliano Del Castilo, os dados são reflexos das decisões erradas da gestão do governador Waldez, uma vez que a economia do Amapá é inteiramente dependente do poder público. “Como temos os salários dos mais de 30 mil servidores públicos parcelados, tivemos a demissão de 2.800 vigilantes e mais de 17 mil famílias do programa Renda Para Viver Melhor foram excluídas, isso tido tem um impacto direto na nossa economia”, avalia.

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