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Ministro da Cultura apoia projeto da deputada Janete que valoriza o saber das parteiras tradicionais

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A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) pediu ao ministro da Cultura, Juca Ferreira, que o saber das parteiras tradicionais seja reconhecido como Patrimônio Imaterial Cultural do Brasil. A indicação da deputada Janete ao Ministério da Cultura foi apresentada na Câmara dos Deputados em maio do ano passado.

 

O ministro afirmou que a deputada Janete é “companheira de outras datas e outras lutas” e comprometeu-se de ir pessoalmente ao Conselho Consultivo da pasta para defender a proposta da parlamentar socialista, que, quando aprovado, deverá ser executado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan.

janete 1Juca Ferreira reconheceu a importância do saber das parteiras na atenção às parturientes e recém-nascidos e na formação do saber acadêmico e o valor do saber tradicional mesmo nas sociedades modernas. Contou que, num evento no Estado do Amazonas, uma parteira que recebia homenagem foi chamada às pressas para auxiliar o médico plantonista do hospital local num parto. O bebê estaria deitado e com o cordão enrolado no pescoço, “o que ela considerou fácil de resolver”, disse o ministro. “Ela foi lá, resolveu e voltou à festa”.

Enquanto a deputada Janete falava, dois parlamentares revelaram ter nascido pelas mãos de parteiras. Ela implantou e coordenou, entre 1995 e 2002, o projeto Parteiras Tradicionais no Amapá, quando foram registradas mais de 1,6 mil mulheres amapaenses dedicadas ao ofício de partejar. A iniciativa do Estado recebeu prêmios de entidades nacionais e internacionais. De 2011 a 2014, o Governo do Estado retomou o projeto que fora abandonado entre 2004 e 2010.

Música

A socialista do Amapá defendeu a retomada, pelo Ministério da Cultura, do projeto Ponte Entre Povos. A ação cultural foi realizada durante o Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, no governo de João Capiberibe.

Coordenado pela cantora, compositora e musicóloga Marlui Miranda, o Ponte Entre Povos envolveu estudantes de música erudita da Escola de Música Walkíria Lima, músicos da Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo e cantadores indígenas das etnias Wayana, Apalai, Katxuyana, Tiriyó, do Parque Indígena do Tumucumaque, e Palikur, do Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa. Rendeu um espetáculo com shows em São Paulo e Brasília, um livro e um CD com as músicas executadas conjuntamente.

O ministro Juca Ferreira reconheceu que o Ponte Entre Povos é um grande projeto cultural e que poderá ser executado no programa Diálogos Interculturais do Ministério.

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