Após atingir o comércio e a construção civil, crise econômica do Amapá também afeta empresas aéreas

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Não foram apenas os setores do comércio e da construção civil os afetados com a crise econômica pela qual passa o Amapá. As empresas aéreas também começam a sentir os efeitos da falta de circulação do dinheiro na cidade.

A TAM, por exemplo, que até dezembro tinha quatro voos diários para Macapá, os reduziu a dois. A Gol, com três voos, já planeja reduzir para dois ou apenas um.

O motivo é bem simples: não há dinheiro circulando na capital amapaense. A presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagens no Amapá, Petrina Salgado, informou que até mesmo clientes cativos, que tinham o hábito de viajar sempre nos finais de semana, estão evitando sair do Estado.

“Nem mesmo as promoções das empresas áreas, que ocorrem de sexta a segunda-feira, estão atraindo os consumidores. Resultado: os voos não saem com a lotação completa e, com isso, a tarifa fica mais cara”, justificou Petrina Salgado.

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