Agentes penitenciários condenam silêncio do governo e anunciam greve geral da categoria

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O Sindicato dos Agentes e Educadores Penitenciários – Sinapen, que atualmente congrega mais oitocentos filiados, realizou nesta sexta-feira, 29, em frente ao Instituto de Administração Penitenciária do Amapá – Iapen, assembleia geral para discutir o silêncio do Governo do Estado em relação às reivindicações apresentadas pela categoria há cinco meses e, até agora, sem nenhuma resposta.

 

Entre as demandas apresentadas pelos agentes estavam a concessão de direitos consolidados, como gratificações por insalubridade e periculosidade, data-base, reajustes atrasados, auxílio fardamento e outros benefícios inerentes às funções que exercem. Essas demandas foram levadas ao governo pelo sindicato no dia 29 de janeiro deste ano, sem que o Estado se manifeste sobre qualquer contraproposta ou, pelo menos, acene disposição de discutir o assunto com a categoria.

Joilson Mafra, diretor-presidente do Sinapen, estranha a indisposição do governo em responder às propostas do sindicato dos agentes e educadores penitenciários, apresentadas há cinco meses e até agora sem resposta, quando questões idênticas já foram acertadas com os bombeiros, policiais civis e militares.

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No encerramento da assembleia e sob pressão, o líder sindical acatou a decisão da maioria para a realização, ainda na próxima quarta-feira, 3 de junho, de um ato público de protesto contra o silêncio do governo às reivindicações da entidade.

Ficou ainda decidido pela assembleia, por unanimidade, que, paralelamente ao ato público de protesto, será discutido e votado o encaminhamento da greve geral do sindicato.

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