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Sistema prisional do Amapá possui um dos maiores déficits, e a taxa de brancos presos é maior que a de negros

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O Amapá é um dos Estados do país com maior déficit de vagas no sistema prisional; é o que revela um estudo da Secretaria Nacional da Juventude, da Presidência da República, divulgado no último dia 4; no Estado, para cada vaga disponível, existem 2,4 presos; o Amapá, porém, é o único em que a taxa de brancos presos é maior que a de negros

 

Dois Estados do Nordeste apresentaram o maior déficit de vagas do sistema prisional: em Alagoas, para cada vaga disponível no sistema prisional, existiam 3,7 presos; no Estado de Pernambuco essa razão era de 2,5. Amapá e Amazonas também contabilizam mais de duas pessoas presas por vaga. A média nacional é de 1,7, evidenciando, assim, a superlotação do sistema penitenciário brasileiro.

O estudo, que tem como referência o ano de 2012, realizou-se uma investigação sobre a relação entre a quantidade de vagas disponíveis no sistema prisional de cada Estado e o número de presos. Para esse cálculo foram considerados, de forma geral, a quantidade de vagas oferecidas e a quantidade de presos por Estado, não especificando o tipo de regime.

O Amapá também é o único Estado em que a taxa de brancos presos é maior que a de negros. São Paulo é o Estado com a maior taxa de encarceramento de negros no país. O Estado tem 595 presos negros a cada grupo de 100 mil habitantes negros. A taxa média do país é de 292 a cada 100 mil habitantes negros, o que faz o índice de negros presos ser uma vez e meia o de brancos (191 a cada 100 mil).

Do Amapá 247

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