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Veterano atacante do Santos e ídolo de Neymar, Robinho vira referência na Copa América

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Quem tem estrela nasceu para brilhar. Convocado por Dunga para ser o reserva imediato de Neymar, Robinho correu o risco até de ser cortado antes do início da Copa América. Mas o veterano atacante se recuperou da lesão no joelho direito e ainda precisou ver a maior estrela da Seleção Brasileira ser suspensa da competição para então começar a assumir o papel de referência dentro de campo.

 

Aos 31 anos, Robinho é o nome da vez. Depois de dois jogos sem nem sequer sair do banco de reservas (contra Peru e Colômbia), ele estreou no decisivo confronto com a Venezuela, no último domingo, no Monumental, em Santiago. Estreia, aliás, em grande estilo: vitória por 2 a 1, classificação às quartas de final para enfrentar o Paraguai, uma assistência e a certeza de que é o jogador ideal para comandar o ataque da equipe.

– (Sem o Neymar) A responsabilidade é igual para todos os jogadores dentro da Seleção Brasileira. Eu procuro assumir a minha, não fujo da minha responsabilidade – declarou o atacante do Santos, depois da partida contra os venezuelanos.

Robinho tem currículo para assumir a liderança ofensiva no Chile. O santista é o atleta com mais títulos no setor (15 contra 14 de Willian e 13 de Diego Tardelli, por exemplo). Além disso, o atacante tem boas lembranças da Copa América. Em 2007, na Venezuela, ele foi campeão e, de quebra, artilheiro da competição, com seis gols – superando Riquelme (5), Crespo (3), Diego Forlán (3), Messi (2), Tevez (1) e Guerrero (1).

– O Robinho é um jogador mais experiente hoje (do que em 2007). Ele sabe do papel que tem dentro da Seleção agora. Vive um grande momento no Santos. Naquela época, ele era referência e chamou a responsabilidade. Agora, ele vem num papel um pouco diferente. Vem pela capacidade técnica, mas com uma responsabilidade maior – declarou Dunga, no início de maio, quando divulgou a lista de convocados da Copa América de 2015.

É, mas quis o destino que Neymar xingasse o árbitro Enrique Osses, fosse suspenso e voltasse mais cedo para o Brasil. O que fazer?

Robinho já atingiu o auge da carreira e tornou-se o maior ídolo de Neymar. Agora, além de ser fã do craque do Barcelona, ele terá de ser a maior estrela da Seleção e precisará refazer o papel fundamental de 2007. É com o cara, Dunga!

As referências do Brasil

Robinho – Atacante é um dos jogadores mais experientes da Seleção. É referência para o grupo dentro e fora de campo, além de ser conhecido internacionalmente por ter passagens por Real Madrid e Milan. Segue brilhando no Santos.

Daniel Alves – Apesar de ter sido convocado só por causa do corte de Danilo, lateral-direito é o jogador mais vitorioso do elenco: 29 títulos. Tem moral com os companheiros e vem de uma temporada perfeita com a camisa do Barcelona.

Thiago Silva – Zagueiro perdeu a braçadeira de capitão e só recuperou a titularidade na Copa América. Ainda assim, é tido como um dos principais líderes da Seleção. É reconhecido como um dos maiores defensores do mundo atuando no PSG.

Miranda – Ganhou a titularidade e, principalmente, a confiança de Dunga. Foi escolhido para ser o capitão da Seleção Brasileira na Copa América com a saída de Neymar. Tem sido um dos destaques do Atlético de Madrid nos últimos anos.

Willian – Virou titular absoluto da Seleção Brasileira com a chegada de Dunga. Elogiado constantemente por José Mourinho, meia-atacante fez uma grande temporada pelo Chelsea. Tem habilidade e gosta de chamar o jogo.

Do Lance!Net

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