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Sem férias: governador Waldez retira direito de professores e Sinsepeap se cala

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Desde o ano de 2005, todos os professores da rede estadual de ensino recebiam as férias no meio do ano. Para a surpresa de vários docentes, na manhã desta quinta-feira, 25, ao receberem a notícia do pagamento do mês de junho, não constavam os proventos das férias na conta bancária.

 

No entanto, a informação que foi repassada pela Secretaria de Estado da Administração é de que, com base na Lei 0949/2005 (Estatuto do Magistério), o governo de Waldez Góes (PDT) pagou as férias somente dos professores que estavam em sala de aula. Fato este que não era aplicado há dez anos, pois o pagamento sempre ocorria nos meses de dezembro e julho a todos os profissionais.

“E você se programa, compra sua passagem três meses antes das férias. Projeta toda uma situação e agora para receber o seu direito tem q solicitar e esperar, esperar até esquecer para receber. ‪#‎QueroMinhasFerias”, cobrou numa postagem nas redes sociais o professor Ronan Luís.

Silêncio do Sinsepeap

Apesar do Governo do Estado anunciar que pagaria o mês de junho a regência e as férias dos professores, até o momento não houve nenhum posicionamento oficial do Sinsepeap em relação ao não pagamento do benefício dos docentes.

Ainda na manhã de quinta um grupo de trabalhadores esteve na Secretaria de Estado da Educação, onde não obteve nenhuma resposta. “É um jogando pro outro. Não quero justificativa. O governador prometeu e eu quero minha regência e minhas férias na minha conta”, disparou a professora Márcia dos Anjos, declarando que o atual presidente do Sinsepeap, Aroldo Rabelo, era cabo eleitoral de Waldez. “Deve ser por isso que ele se cala”, alfinetou.

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