Controladoria-Geral da União já evitou desvios de recursos no Amapá em 2015

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A Controladoria-Geral da União (CGU) informou na sexta-feira (31) que no primeiro semestre de 2015 realizou 14 operações especiais em conjunto com a Polícia Federal, o Ministério Público, a Receita Federal e outros órgãos de controle federais e estaduais; as investigações estão distribuídas no Distrito Federal e em nove Estados – Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Amapá, Rondônia, Minas Gerais e Mato Grosso

 

De acordo com a CGU, esse trabalho resultou no cumprimento de 48 mandados de prisão e afastamento de 13 servidores do exercício da função pública. As investigações permitiram identificar e evitar a continuidade de prejuízos ao Erário da ordem de R$ 37 milhões. A Controladoria não deu detalhes sobre as irregularidades investigadas por Estado e nem o valor envolvido.

O órgão informou que o objetivo das operações é desarticular organizações criminosas especializadas em desvios de recursos públicos. As principais constatações foram fraudes em licitações e contratos, além de sobrepreço e superfaturamento na execução de programas de governo. Os envolvidos foram indiciados por peculato, corrupção passiva e ativa, advocacia administrativa e lavagem de dinheiro.

As áreas envolvidas nas investigações, segundo a Controladoria-Geral da União foram: Saúde, Educação, Minas e Energia, Cidades, Agricultura, Turismo, Planejamento, Integração Nacional e Transportes. As investigações estão distribuídas no Distrito Federal e em nove Estados – Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Amapá, Rondônia, Minas Gerais e Mato Grosso.

A Assessoria de Comunicação Social da CGU informou que esses trabalhos permitiram tanto o ajuizamento de ações judiciais (criminais e cíveis) pelo Ministério Público quanto, na esfera administrativa, a adoção de medidas de responsabilização e de ressarcimento ao Erário, como declaração de empresas inidôneas, abertura de processos de Tomada de Contas Especial (TCE) e apuração de responsabilidades dos servidores públicos federais envolvidos.

Com informações do Amapá 247

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