Relações Transfronteiriças e Povos Indígenas foram debatidos no I Chamado Chamado Internacional dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará

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O I Chamado Internacional dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará foi realizado na Universidade Federal do Amapá – Unifap, Campus Zerão, através da articulação dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará. A deputada estadual Cristina Almeida (PSB) foi uma das expositoras do evento e tratou sobre o eixo temático “Relações Transfronteiriças e Povos Indígenas”.

 

O evento teve como objetivo aproximar culturas, romper o isolamento das lutas de resistência, intensificar  o combate anti-imperialista, desenvolver a autonomia dos povos, promover a justiça social e a preservação do equilíbrio ambiental, contrapor os modelos de desenvolvimento predatórios e excludentes impostos aos povos do território da Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica (COICA) e discutir alternativas concretas para a promoção da justiça e da igualdade social para os povos indígenas da Bacia Amazônica.

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Cristina Almeida saudou de forma especial os defensores dos direitos dos povos indígenas e a todos que direta ou indiretamente se colocam a favor dos povos excluídos e discriminados.

“Tivemos a experiência de viver num estado onde as terras indígenas foram devidamente demarcadas durante o governo do PSB e os direitos e valores culturais desses povos foram respeitados e valorizados”, relembrou.

Para a parlamentar, esse modelo de gestão demonstra que precisamos sempre estabelecer um diálogo franco com os grupos afetados pelas políticas unilaterais e discriminatórias e agir de forma intransigente na defesa dos seus direitos legítimos e contra as estruturas e sistemas que lhes negam a igualdade, a justiça social e a cidadania.

Membro da Comissão de Relações Exteriores e de Direitos Humanos da Alap, a deputada também destacou ações das comissões nas áreas de fronteira e se  colocou como mais uma voz para intensificar a luta através do seu mandato e em parceria de seus pares.

Por fim, solicitou relatório do encontro para somar na construção de melhores políticas para a população indígena.

“Não devemos ter medo de lutar por aquilo que é nosso”, finalizou.

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